quinta-feira, 9 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
Culturação mês de Junho --- Dia 19/06 - Dia do Cinema Brasileiro - Da telona para o meu blog.
Dia 19/06 - Dia do Cinema Brasileiro - Da telona para o meu blog.
Para homenagear a sétima arte, vamos escolher um filme brasileiro para apresentar aos nossos leitores. Existem vários
filmes brasileiros bem legais e sua missão é escolher um deles, pode ser aquele que você mais gostou e destacar os prós e contras dele.
Escolhi falar sobre o filme Meu pais que apesar de pouco visto e divulgado para mim é um dos melhores filmes nacionais que vi nos últimos tempos porque derruba alguns esteriótipos que se tem com relação ao cinema brasileiro,filme nacional tem muito palavrão,este quase não tem,filme nacional tem muito sexo gratuito,este praticamente não tem cenas de sexo,filme nacional tem muita violência gratuita ,este filme tem cenas de violência nas que cabem perfeitamente no contexto do filme.
O filme trata basicamente sobre a estoria de três irmãos que cresceram separados por uma série de circunstancias e que
após a morte do pai,interpretado pelo grande ator Paulo José que atua em uma única cena que vale pelo filme todo.
Na verdade o filme fala sobre três pessoas muito diferentes que com o passar do tempo descobrem cada um a sua maneira laços profundos que os unirão para sempre.
O único ponto um pouco destoante para mim do filme é a interpretação da atriz Debora Falabella que apesar de excelente
atriz construiu sua personagem autista de uma forma um tanto quanto clichê mais que não chega a comprometer o filme.
Enfim missão dada,missão cumprida,com atraso mais cumprida.
sinopse
Separado da família pela distância e pelo afeto, Marcos, interpretado por Rodrigo Santoro, é um empresário bem-sucedido
e casado com a apaixonada Giulia (Anita Caprioli). Há anos vivendo na Itália, ele se vê obrigado a voltar ao Brasil
quando seu pai (Paulo José) falece após um derrame.
No país, ele reencontra Tiago, o irmão mais novo vivido por Cauã Reymond, que, ao contrário do primogênito, não tem
vocação nenhuma para os negócios. O que ambos não esperavam era o fato de seu pai manter em segredo a existência de uma
meia-irmã.
Manuela (Débora Falabella) tem 24 anos, porém, a idade mental de uma criança. Sua deficiência intelectual não requer
nenhum tratamento específico, apenas afeto e estrutura familiar; algo que só pode conseguir com a ajuda dos irmãos.
Diante desta situação, Marcos terá que tomar uma difícil e inevitável decisão, já que o irresponsável Tiago, cheio de
dívidas de jogo, não aceita a moça.
Exibido no Festival de Paulínia de 2011, Meu País é a estreia do cineasta André Ristum na direção de um longa-metragem.
meu pais
Direção: André Ristum
Elenco: Cauã Reymond, Rodrigo Santoro, Paulo José, Débora Falabella
Nome Original: Meu País
Ano: 2011
Duração: 95 min
País: Brasil
Classificação: 12 anos
Gênero: Drama
fonte:http://www.guiadasemana.com.br/cinema/
sábado, 13 de junho de 2015
J.K. Rowling lança novo livro esse ano - Bem Paraná
J.K. Rowling lança novo livro esse ano - Bem Paraná
Estou ansiosa mal posso esperar por este lançamento li os dois outros livros da série e amei, gosto da J.K Rowling como escritora de mistério que chegue outubro logo.
sábado, 6 de junho de 2015
thoughts translated -Playlist for the dead (A playlist de Hayden ) -Michelle Falkoff
Sinopse:
Playlist for the Dead -. Houve uma festa. Houve uma luta. Na manhã seguinte, o melhor amigo de Sam, Hayden, estava morto. E tudo o que ele deixou para Sam era uma lista de músicas e um bilhete de suicídio: Para Sam-ouvir e você vai entender. Para descobrir o que aconteceu, Sam tem que contar com a lista de reprodução e sua própria memória. Mas quanto mais ele ouve, mais ele percebe que sua memória não é tão confiável quanto ele pensou. E isso pode ser apenas por tirar seus fones de ouvido e abrir os olhos para as pessoas ao redor dele que ele vai finalmente ser capaz de reconstituir a história de seu melhor amigo. E talvez tenha uma chance de mudar o seu próprio. Playlist para os mortos é um primeiro romance honesto e angustiante sobre a perda, raiva, o que se sente para superar uma amizade que sempre definido você e
a luta para redefinir-se. Mas, acima de tudo, é sobre encontrar esperança quando a esperança parece ser a coisa mais difícil de encontrar.
Fonte:Skoob
Resenha:
Achei este livro muito fraco,comecei a ler com muita expectativa pois a sinopse prometia muito,realmente o inicio é muito promissor,ai esta o problema o livro promete muito e entrega pouco,a principio o leitor acha que vai encontrar na leitura uma discussão seria sobre vários assuntos como bullying nas escolas e suicídio na adolescência, depressão juvenil e até um toque de mistério sobrenatural,mas a medida que a leitura avança ou melhor não avança Pois Sam o narrador parece andar em círculos atrás de Astrid uma menina que durante todo livro mostra uma personalidade não muito clara apenas ao final revelando sua verdadeira face,para mim o livro é tão clichê e raso que não consigo ter um personagem favorito todos me parecem fracos e sem brilho talvez a mãe de Sam seja o personagem mais estável do livro apesar do pouco destaque que tem na historia.
O único ponto positivo do livro é o playlist no inicio de cada capitulo,a escolha perfeita da trilha musical para cada capitulo independente de gosto musical.
Para mim o final foi muito decepcionante tipo "é só isso?
Com tantos temas propostos,o livro não mostrou a que veio deixando uma sensação de frustração.
Marcadores:
blogger,
Michelle Falkoff,
Playlist for the dead,
romance,
Thoughts translated
sábado, 30 de maio de 2015
Projeto Culturação mês de maio - terceiro tema -Valorizando a cultura nacional
3º Tema – Valorizando a literatura nacional
Esse mês ainda, mais exatamente no dia 1º de Maio, comemoraremos o dia da Literatura Nacional. Nós sabemos que os autores brasileiros merecem muito mais atenção do que possuem atualmente, pensando nisso nos digam os cincos livros nacionais que todos deveriam ler na opinião de vocês.
Feliz ano velho - Marcelo Rubens Paiva
Primeiro livro adulto que li,ainda o leio de tempos em tempos,marcou época com a juventude dos anos 80.Xango de Baker Street - Jo Soares
Considero este o melhor livro de Jo Soares,livro de mistério com muito humor e uma reconstituição de época impecável.Cazuza-Só as mães são felizes - Lucinha Araújo.
Gostando ou não de Cazuza este é um livro sobre um relato comovente de uma mãe que ve seu único filho se transformar de estrela do rock a doente terminal de uma doença que na época era cercada de preconceito.A graça da coisa -Martha Medeiros.
Martha Medeiros traz nesta coletanea de cronicas assuntos do cotidiano tratados com leveza mais com profundidade e sensibilidade.
Fim - Fernanda Torres.
A autora trata o tema delicado da morte com sarcasmo e humor e com um toque de verdade e humanidade.Missão dada missão comprida espero que gostem das dicas.
sábado, 23 de maio de 2015
Resenha - Austenland - Shannon Hale
Sinopse
Jane Hayes tem 33 anos e mora na Nova York atual. Bonita, inteligente e com um bom emprego, guarda um segredo constrangedor: é obcecada pelo Sr. Darcy, personagem criado por Jane Austen. Com uma vida amorosa lamentável, Jane decide aceitar seu destino: noites solitárias no sofá assistindo a Colin Firth em Orgulho e preconceito. Contudo, ao ganhar uma viagem de férias para Austenlândia, um misterioso lugar onde todos devem se portar como se estivessem em uma obra da consagrada escritora, Jane tem a chance de viver o romance que sempre sonhou. Mas pode a vida imitar a arte?
Fonte:Editora Record
Resenha:
Esta dica é para quem como eu é fã de romances de época particularmente os livros de Jane Austem,quem nunca sonhou em se transportar para uma época onde a educação e a delicadeza eram regra, as roupas lindas e suntuosas,onde se exalasse romance por todos os poros,tudo isso era o que Jane Hayes esperava encontrar quando resolveu viajar para Austenland mas já de inicio ela descobriu que as coisas em Austenland não aconteciam tão glamourosamente como nos filmes ou livros.
O livro é de leitura rápida,fácil e fluida sem momentos de lentidão,destacando o choque que temos ao mergulharmos em outra época e outros costumes mesmo que este mergulho aos poucos vá se revelando uma farsa um tanto quanto mal feita mostrando aos poucos o mundo atual.
O livro também mostra que os desencontros e a solidão do mundo moderno podem fazer com que pessoas busquem suprir suas carências com romances imaginários tirados de livros,filmes e series.
Este um romance é bem leve apesar de tem pinceladas dos assuntos que falei anteriormente tudo é tratado com leveza e de maneira superficial se voltando para a busca de Jane por seu Sr Darci.
Depois que li descobri que havia um filme baseado no livro,aqui vai um conselho,não assistam o filme,se não conseguirem conter a curiosidade pelo menos leiam o livro primeiro porque o filme é muito mal feito e vai tirar todo o encanto do livro.
Marcadores:
Austenland,
blogger,
Editora Record,
livro,
resenha,
romance,
Shannon Hale
sábado, 16 de maio de 2015
Nova parceria Talita Vasconcelos
É com muito prazer que trago para vocês a nova parceria do blog com autora Talita Vasconcelos,espero que esta nova parceria traga muitos frutos e seja prazerosa tanto para blog quanto para a autora enfim seja muito bem vinda Talita Vasconcelos ao Gavetas de pensamentos.
Como marco da nova parceria apresento o livro Alma de rosas.
Como marco da nova parceria apresento o livro Alma de rosas.
Sinopse:
Alma de Rosas - Desde que Alessandro regressou, Elizabeth perdeu a paz. Ela nunca acreditara em amor à primeira vista, até ter a sensação. Se ao menos ele não tivesse se apaixonado primeiro por sua irmã, Simone... E se não fossem as cartas de Elizabeth as responsáveis por esse amor...
Talvez fosse melhor contar de uma vez à Simone sobre a traição de Alessandro, e confessar como ele a seduziu, mas a simples hipótese de magoá-la é insuportavelmente dolorosa para Elizabeth.
À medida que o casamento da irmã se aproxima, ela tenta anestesiar a dor na companhia de um novo amigo. No entanto, mesmo a certeza de que ele é o homem ideal, não parece suficiente para convencer seu coração.
Afinal, qual será o melhor caminho a seguir: suportar em silêncio a culpa por ter traído sua irmã, e abrir mão do homem que ama? Aceitá-lo e perder o carinho de Simone para sempre? Ou dar uma chance de verdade ao amigo apaixonado?
Fonte:Skoob
Resenha:
Alma de rosas foi uma leitura especial para mim pois impliquei de cara com protagonista do livro,Elisabeth apesar de independente economicamente vive como adolescente na casa dos pais,não tem voz ativa e não consegue se impor principalmente com sua irmã Simone que por sua vez trata irmã como uma especie de fantoche e que passou o livro todo completamente aleia a tudo que acontecia dentro do próprio quarto,sempre fazendo questão de não perceber o que acontece a sua volta.
Apesar de não simpatizar com as protagonistas continuei lendo pois achei a escrita muito boa sem lentidão com situações bem construídas que fazem o leitor querer seguir a diante para saber como todo este drama vai acabar.
O personagem que mais me agradou foi Cristiano o único que durante todo livro lutou e agiu de acordo com suas convicções,chego a dizer que o protagonista do livro é Cristiano pois ele é responsável boa parte das situações mais legais do livro.
Acho o livro Alma de rosas realmente especial pois ao mesmo tempo que senti raiva em alguns momentos não consegui parar de ler até o final,final aliás que achei lindo e romântico de tirar o folego.
Marcadores:
Alma de rosas,
blogger,
parceria,
resenha,
romance,
Talita Vasconcelos
sábado, 9 de maio de 2015
Literatura para mamães: conheça o gênero 'mom lit', novato nas estantes do Brasil
Literatura para mamães: conheça o gênero 'mom lit', novato nas estantes do Brasil
Achei muito interessante este novo gênero pois chiclit ,gênero voltado para mulheres sempre retrata mulheres bem sucedidas lindas solteiras e sem filhos a procura do amor um perfil que apesar de fazer muito sucesso não corresponde a 90% dos perfis das mulheres reais na nossa sociedade moderna,portanto fica aqui minha homenagem a todas as mulheres que lutam, amam,e criam seus e ainda encontram tempo para serem leitoras vorazes.Feliz dia das mães
Achei muito interessante este novo gênero pois chiclit ,gênero voltado para mulheres sempre retrata mulheres bem sucedidas lindas solteiras e sem filhos a procura do amor um perfil que apesar de fazer muito sucesso não corresponde a 90% dos perfis das mulheres reais na nossa sociedade moderna,portanto fica aqui minha homenagem a todas as mulheres que lutam, amam,e criam seus e ainda encontram tempo para serem leitoras vorazes.Feliz dia das mães

sábado, 2 de maio de 2015
Nova sessão - Thoughts translated -Then again -Diane Keaton
Olá leitores e pensadores hoje aproveitando o feriado venho apresentar a vcs uma nova sessão no blog a Thoughts
translated,sempre que esta tag aparecer em um post significa que o livro resenhado ou indicado foi lido originalmente em
Inglês,serão livros que ainda não foram lançados em Português ou que por algum motivo preferi ler em outra língua,quero
ressaltar que não se trata da tradução completa do livro,será uma resenha ou uma simples indicação literária,apenas
indicarei em qual idioma li o livro para efeito de que as vezes as edições em português trazem modificações do texto
original.
Para este primeiro post escolhi Then again ou Agora e sempre em português, este livro esta disponível em Português mas
por motivo de economia preferi o exemplar em Inglês.
Este livro me chamou atenção quando lendo uma cronica de Martha Medeiros a escritora vez uma alusão a ele e eu que
adoro cinema e amo biografias,fiquei imediatamente muito curiosa para ler até porque gosto muito desta atriz,demorei
bastante tempo para encontrá-lo,não me decepcionei o livro é delicado,profundo e cheio de sentimento,claro que tem
momentos de bastidores do cinema que são interessantíssimos,mas o que me tocou no livro foi a relação Diane com a mãe que
sofreu por alguns anos de mal de Alzheimer e como é difícil lidar com a doença de uma pessoa ainda que você seja uma
estrela de cinema.
Espero que aproveitem a dica,bom resto de feriado a todos.
Sinopse:
ISBN-13: 9788539004218
ISBN-10: 8539004216
Ano: 2012 / Páginas: 272
Idioma: português
Editora: Objetiva
Agora e Sempre - "Mamãe adorava provérbios, citações, lemas. Havia sempre bilhetinhos pendurados na parede da cozinha.
Por exemplo, a palavra PENSAR. Achei PENSAR pregado num quadro de avisos de seu estúdio fotográfico. Vi a palavra presa
com fita adesiva numa caixa de lápis que ela cobriu com colagem. Encontrei até um panfleto com o título PENSAR na sua
mesinha de cabeceira. Mamãe gostava de pensar." Assim começam as inesquecíveis memórias de Diane Keaton. Atriz
mundialmente conhecida, musa única de Woody Allen e brilhante intérprete de filmes de sucesso, ela se deu conta de que
para escrever sobre si mesma também tinha de escrever sobre a mãe e como a estreita relação que construíram definiu suas
vidas. Em um notável ato de criação, Diane se revela para nós de forma absolutamente honesta e apresenta a mãe nos mais
íntimos detalhes. Durante a vida, Dorothy escreveu 84 diários - literalmente milhares de páginas - nos quais falava
sobre o casamento, os filhos e, mais detalhadamente, sobre si mesma. A atriz vasculhou todas essas páginas para pintar
um retrato corajoso da mãe - uma mulher inquieta e criativa que lutava para encontrar uma válvula de escape - e da
família inteira, recontando uma história que perpassa quatro gerações e quase cem anos. Mais do que a autobiografia de
uma atriz lendária, Agora e Sempre é um livro sobre família e sonhos.
Marcadores:
Agora e sempre,
biografia,
blogger,
Diane Keaton,
dicas post,
Then again,
Thoughts translated
sábado, 25 de abril de 2015
Resenha : A lista de Brett - Lori Nelson Spielman
ISBN-10: 8576862395
Ano: 2014 / Páginas: 364
Idioma: português
Editora: Verus
Lori Nelson Spielman
Sinopse:
Lista de Brett - Brett Bohlinger parece ter tudo na vida — um ótimo emprego como executiva de publicidade, um namorado
lindo e um loft moderno e espaçoso. Até que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua
parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu quando era uma ingênua adolescente.
Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe — seus desejos adolescentes não têm nada a ver com
suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira.
Outros parecem mesmo impossíveis.
Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência. E vai descobrir que, às
vezes, os melhores presentes da vida se encontram nos lugares mais inesperados.
Fonte:Skoob
Resenha:
Este livro para mim foi uma grata surpresa apesar do tema já bem batido na literatura e cinema que é "pai que rico que
deixa filho podre para o filho aprender com a vida" este livro traz reflexões profundas sobre vida e morte,relações
familiares,inseguranças e o quando estas coisas podem afetar nosso futuro,de que maneira as vezes somos levados a abrir
mão de nossos sonhos ou até mesmo de nossa verdadeira de ser.
O livro ainda aborda se forma sutil mais muito tocante e contundente o tema de violência contra mulher e abandono de
crianças e adolescentes e a gravidez na adolescência entre outros temas da atualidade.
A escrita é ágil e fluida sem lentidão com boas doses de humor e romance,romance este que mantem o leitor preso ao livro
até as últimas páginas.
Para mim o grande personagem do livro é Elizabeth falecida mãe de Brett que através de cartas vai conduzindo a filha na
busca da verdadeira felicidade.
Outro personagem impactante do livro é Sanquita Bell que apesar de ser doente e quase uma crianca faz de tudo para que
seu bebe venha ao mundo e tenha um futuro seguro.
A lista de Brett é um livro sensivel e envolvente que me deixou grandes lições.
Marcadores:
2014,
A lista de Brett,
blogger,
Lori Nelson Spielman,
resenha,
romance
sábado, 18 de abril de 2015
Postagem #06 - Blogagem Literária Coletiva - Projeto BLC
Uma Páscoa Especial...
Todos sabem que Abril é o mês que comemoramos a Páscoa e que esta data representa a ressurreição de Cristo, não é? Aproveitando esta data comemorativa, decidimos homenagear essa época tão especial e ao mesmo tempo entregar a vocês um presente mais gostoso que chocolate.
Sendo assim, imagine que você possui o dom da ressurreição literária. Mas este dom é limitado, você só pode escolher três personagens para ressuscitar.
Esta é sua oportunidade de trazer de volta aqueles personagens que quando morreram levaram junto um pouco de você. Quais seriam estes personagens e quais motivos levaram você a escolhê-los?
Então pessoal, vamos tirar os lencinhos dos bolsos e aproveitar essa chance para trazer nossos personagens queridos de volta às suas respectivas histórias!
Este post foi bem difícil de fazer pois tenho vários personagens que gostaria de salvar mas vamos lá.
Owen Quine -Bicho da seda
Sempre achei que o personagem teria forjado a própria morte para voltar a ficar em evidencia na mídia.
Will Traynor - Como eu era antes de você
Porque até hoje tenho muita pena de Lou que foi seduzida por Will e a família dele e depois que ele se foi ela que ficou com a dor da perda porque Will resolveu seu problema e a família se sentiu aliviada com a partida dele só quem saiu perdendo foi Lou.
George - Esta é uma História de amor
Porque adorava a relação de Sienna com o pai e a morte dele não teve nenhuma função especifica na trama.
sábado, 11 de abril de 2015
Resenha - Um mais um - Jojo Moises
Sinopse:
Um Mais Um - Há dez anos, Jess Thomas ficou grávida e largou a escola para se casar com Marty. Dois anos atrás, Marty saiu de casa e nunca mais voltou. Fazendo faxinas de manhã e trabalhando como garçonete em um pub à noite, Jess mal ganha o suficiente para sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky, que ela cria há oito anos. Jess está muito preocupada com o sensível Nicky, um adolescente gótico e mal-humorado que vive apanhando dos colegas. Já Tanzie, o pequeno prodígio da matemática, tem outro problema: ela acabou de receber uma generosa bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar a diferença. Sua única esperança é que a menina vença uma Olimpíada de Matemática que será disputada na Escócia.
Mas como eles farão para chegar lá?
Enquanto isso, um dos clientes de faxina de Jess, o gênio da computação Ed Nicholls, decide se refugiar em sua casa de veraneio por causa de uma denúncia de práticas ilegais envolvendo sua empresa. Entre ele e Jess ocorre o que pode ser chamado de ódio à primeira vista. Mas quando Ed fica bêbado no pub em que Jess trabalha, ela faz questão de deixá-lo em casa, em segurança. Em parte agradecido, mas principalmente para escapar da pressão dos advogados, da ex-mulher e da irmã — que insiste em que ele vá visitar o pai doente —, Ed oferece uma carona a Jess, os filhos e o enorme cão da família até a cidade onde acontecerá o torneio.
Começa então uma viagem repleta de enjoos, comida ruim e engarrafamentos. A situação perfeita para o início de uma história de amor entre uma mãe solteira falida e um geek milionário.
Fonte: Skoob
Resenha:
Mais um livro da escritora Jojo Moises me encanta só que este com uma mensagem mais positiva e moderna,a narrativa é fluida e muito agradável,sem momentos de lentidão e muitos momentos engraçados.
O que mais me agradou no livro foi o fato de 90% das situações serem perfeitamente reais e de acordo com a atualidade como separação,mães que lutam sozinhas para criar os filhos,novos modelos de formação familiar,bullyng,crianças superdotadas,ambição e o velho dilema princípios x necessidades.
Jess Thomas é um dos personagens mais humanos que já li,não só no sentido de bondade mais no sentido de ser real,com qualidades e defeitos como qualquer pessoa.
Meu personagem preferido é Nick durante todo o livro enxerguei no personagem uma sensibilidade extrema e um grande amor pela sua família,confesso que em algum momento o personagem me levou as lágrimas.
Os outros personagens masculinos são Marty e Ed são um pouco clichês, o ex marido cafajeste e patrão arrogante que se apaixona pela empregada.
Os outros dois personagens que compõem esta família são Tanzie a menina prodígio com números e o Norman o cão causador de muitos ataques de riso que tive durante a leitura.
Enfim poderia ficar horas comentando sobre o livro pela diversidade de temas e pontos de vistas diferentes que o livro nos apresenta.
Recentemente a autora revelou em seu blog que esta trabalhando no roteiro do livro para cinema mas ainda não a data para o inicio das filmagens nem elenco escolhido.
Fica aqui minha curiosidade para saber como serão retratados estes personagens tão ricos no cinema.
Marcadores:
blogger,
filme,
Jojo Moises,
resenha,
romance,
Um mais um
sábado, 4 de abril de 2015
Clube das chocólatras - Carole Matthews
![]() |
| imagem da capa publicada na Inglaterra, capa publicação nacional não encontrada |
Sinopse:
Chocolate. Esta não é uma palavra tão simples quanto parece. Ela pode significar a cura para uma dor de cabeça e até determinar o perfil psicológico de uma pessoa - pelo menos para Lucy Lombard, protagonista do divertido O clube das chocólatras, de Carole Matthews. Lucy e três grandes amigas - Autumn, Nadia e Chantal - se unem para, com a ajuda de muito, muito chocolate, enfrentar difíceis problemas cotidianos: um namorado galinha, um chefe paquerador, um marido viciado em jogo, um casamento sem amor... Afinal, existe algo melhor para aliviar tensões, curar corações partidos e
originar uma história tão doce e divertida como esta?
Fonte:skoob.
Resenha:
Este livro é realmente uma delicia apesar alguns clichês como a relação entre quatro amigas, os migos gays delas e restaurante que serve de ponto para as amigas.
Clube das chocólatras usa como mote o vício em chocolate para falar de vários outro vícios como em drogas, sexo,jogos ou até o vício em relacionamentos destrutivos cada uma das quatro personagem usa o vício em chocolate para se esconder de um outro vício mais destrutivo.
Dito assim parece um livro melancólico nada disso é um livro leve cheio de humor com cenas do cotidiano de toda mulher dos dias de hoje com cenas de aventuras engraçadíssimas
Este livro fez eu me apaixonar pela escritora Carole Matthews e seus diálogos ágeis e diretos e suas situações cotidianas tratadas com profundidade e leveza.
feliz páscoa a todos
Marcadores:
blogger,
Carole Matthews,
chocolate,
Clube das chocólatras,
pascoa,
romance,
vício
sábado, 28 de março de 2015
Resenha - Encontrada - Carina Rissi
Sinospse
Encontrada - Sofia está de volta ao século dezenove e mais que animada
para começar a viver o seu final feliz ao lado de Ian Clarke.
No entanto, em meio à loucura dos preparativos para o casamento,
ela percebe que se tornar a sra. Clarke não vai ser tão simples
quanto imaginava.
As confusões encontram a garota antes mesmo de ela chegar ao
altar e uma tia intrometida que quer atrapalhar o relacionamento
é apenas uma delas. Além disso, coisas estranhas estão
acontecendo na vila. Ian parece estar enfrentando alguns problemas
que prefere não dividir com a noiva.
Decidida, Sofia fará o que estiver ao seu alcance para ajudar o homem
que ama. Ela não está disposta a permitir que nada nem
ninguém atrapalhe seu futuro. Porém suas ações podem pôr tudo
a perder, e Sofia descobre que a única pessoa capaz de destruir
seu felizes para sempre é ela própria.
Fonte:Skoob
Resenha:
Amei o livro apesar de ser uma continuação ele pode ser lido tranquilamente por quem não leu pedida,a leitura é rápida e fluida com muita ação.
Desta fez a historia dá enfase aos contrastes entre os séculos XIX e XXI dando margem a uma série de situações engraçadas.
Sofia neste livro me parece mais confusa,atrapalhada e imatura do que no primeiro livro passando assim por situações hilariantes.
A situação na qual Sofia devido um acidente tem que ser anestesiada com ópio me rendeu muitas risadas.
Antes que algumas leitoras me perguntem preciso dizer que Ian Clarke continua lindo,charmoso,carinhoso e principalmente compreensivo com as maluquices de Sofia.
Achei o final um pouco confuso me pareceu que a autora quis dar uma função a um personagem praticamente sem função dentro da trama,apesar do final o livro é ótimo super recomendo
Marcadores:
blogger,
Carina Rissi,
Encontrada,
resenha,
romance
sábado, 21 de março de 2015
Projeto BLC ( Blogagem Literária Coletiva )
Esta postagem faz parte do Projeto Blogagem Literária Coletiva promovido pelos Blogs Monykisses e Diário de uma Livromaníaca.
EM UM LIVRO QUALQUER...
Um belo dia você acorda e percebe que está “dentro” de um livro. Mas não um livro qualquer, um de seus livros preferidos e mais, você é um dos personagens! E agora? O que fazer? Gritar? Chorar? Se desesperar? Nada disso! Afinal de contas você sabe como termina essa história.
Então você corre para procurar a saída e descobre que só poderá voltar para o mundo real quando reescrever um trecho da história, pelo seu ponto de vista. Ou seja, agora você é um dos personagens, o que você faria em determinada situação? Escolha aquele trecho que te incomodou, que te deu vontade de fazer diferente. Escolhido? Ok, agora é só contar em detalhes, como você agiria, qual seria sua reação, o que você faria caso estivesse vivenciando aquela situação.
Vamos nos aventurar? Esta é a sua chance de beijar aquele gato, de conhecer aquele País deslumbrante, de ser uma princesa ou príncipe ou simplesmente de puxar o tapete daquela sem noção que só foi escrita para nos perturbar. Todos prontos? Encontro vocês no mundo real, ou não...
ATENÇÃO! Algumas postagens podem conter SPOILERS.
Para a realização deste tema, o Projeto BLC oferece duas formas de entregar a postagem, escolha uma delas e mãos a obra:
Primeira: você terá que reescrever o trecho escolhido. Como se você fosse o autor e num acesso de loucura tivesse mudado de ideia e alterado completamente o destino do personagem. Exemplo aqui. (link da Carol)
Segunda: você terá que descrever o que faria em determinada situação. Contar em detalhes tudo o que aconteceu, como se você estivesse relatando a situação a alguém. Exemplo aqui. (link da Monika )
"Meu nome é Nick Dune a um ano e nove meses minha mulher Amy Dune desapareceu me deixando como o principal suspeito de seu desaparecimento e morte, algum tempo depois Amy reaparece e eu descubro que tudo não passou de um plano de minha esposa para me incriminar pois ela descobriu que eu tinha uma amante.
Fui chantageado por Amy com uma gravidez inesperada,Amy engravidou de mim com uma inseminação artificial logo após voltar do suposto sequestro.
Pois bem agora estou pronto para dar o troco meu filho Nick J.R nasceu e cresceu posso levá-lo comigo em segurança nesta aventura em busca de vingança e justiça.
Já planejei tudo com a ajuda de minha irmã Go,colocamos pistas e montamos uma cena de crime dando a entender que eu e meu filho fomos assassinados.
Vamos ver como minha esposa exemplar se sai tendo que provar do seu próprio veneno."
Marcadores:
blogagem literária coletiva,
blogger,
Garota exemplar,
Gillian Flynn,
postagem 05,
projeto BLC
segunda-feira, 16 de março de 2015
livros transformados em filmes rendem milhões á industria cinematográfica
sexta-feira, 13 de março de 2015
Quero ser Marilyn Monroe
Quero ser Marilyn Monroe Nova biografia de Sylvia Plath afirma que a poeta americana e a estrela de Hollywood têm mais em comum que a cabeleira loira e o fim trágico
http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/03/quero-ser-bmarilyn-monroeb.html
http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/03/quero-ser-bmarilyn-monroeb.html
quinta-feira, 12 de março de 2015
sábado, 7 de março de 2015
Dia internacional da mulher - perfil Jane Austen
Tinha planejado um post com o perfil das minhas 5 escritoras favoritas para o dia internacional da mulher,quando comecei minha pesquisa no google percebi que uma delas merece um post só para ela então aqui vai o perfil e um pouco sobre a vida da grande escritora Jane Austen.
Jane Austen (Steventon, 16 de dezembro de 1775 – Winchester, 18 de julho de 1817) foi uma proeminente escritora inglesa. A ironia que utiliza para descrever as personagens de seus romances a coloca entre os clássicos, haja vista sua aceitação, inclusive na atualidade, sendo constantemente objeto de estudo acadêmico, e alcançando um público bastante amplo.
Nascida em Steventon, Hampshire, de uma família pertencente à nobreza agrária, sua situação e ambiente serviram de contexto para todas as suas obras, cujo tema gira em torno do casamento da protagonista. A inocência das obras de Austen é apenas aparente, e pode ser interpretada de várias maneiras. Os meios acadêmicos a têm considerado uma escritora conservadora, apesar de a crítica feminista atual reconhecer em suas obras uma dramatização do pensamento de Mary Wollstonecraft sobre a educação da mulher.
Em 1783, Jane e Cassandra foram para a casa da Sra. Cawley, em Southampton, para prosseguir a educação sob sua tutela; porém tiveram que regressar para casa, devido a uma enfermidade infecciosa em Southampton. Entre 1785 e 1786, ambas foram alunas de um internato em Reading, lugar que pode ter inspirado Jane para descrever o internato da Sra. Goddard, que aparece no romance Emma. A educação que Austen recebeu ali foi a única recebida fora do âmbito familiar. Por outro lado, sabe-se que o reverendo Austen tinha uma ampla biblioteca e, segundo ela mesma conta em suas cartas, tanto ela quanto sua família eram "ávidos leitores de romances, e não se envergonhavam disso". Assim como lia romances de Fielding e de Richardson, lia também Frances Burney. O título de Orgulho e Preconceito, por exemplo, foi retirado de uma frase dessa autora, no romance Cecilia.
Entre 1782 e 1784, os Austen fizeram representações teatrais na reitoria de Steventon, que entre 1787-1788 foram mais elaboradas graças à colaboração de sua prima, Eliza de Feuillide, (a quem dedicou Love and Friendship). Nos anos posteriores a 1787, Jane Austen escreveu, para o divertimento de sua família, Juvenilia, que inclui diversas paródias da literatura da época. Entre 1795 e 1799 começou a redigir as primeiras versões dos romances que se publicariam sob os nomes Sense and Sensibility, Pride and Prejudice e Northanger Abbey (que antes se intitulavam Elinor and Marianne, First Impressions, e Susan, respectivamente). Provavelmente, também escreveu Lady Susan nesta época. Em 1797, seu pai quis publicar Orgulho e Preconceito, mas o editor recusou.
Não há provas de que Jane foi cortejada por ninguém, apesar de um breve amor juvenil com Thomas Lefroy (parente irlandês de uma amiga de Austen), aos 20 anos. Em janeiro do ano seguinte, 1796, escreveu a sua irmã dizendo que tudo havia terminado, pois ele não podia casar por motivos econômicos. Pouco depois, uma tia de Lefroy tentou aproximar Jane do reverendo Samuel Blackall, mas ela não estava interessada.
Em 1800, seu pai decidiu mudar-se para Bath, cidade que Jane não apreciava muito. Nessa época, a família costumava ir à costa todos os verões, e foi em uma dessas viagens que Jane conheceu um homem que se enamorou dela. Quando partiu, decidiram voltar a se ver, porém ele morreu. Tal fato não aparece, porém, em nenhuma de suas cartas, mas foi escrito muitos anos depois, e não se sabe o quanto esse namoro possa ter afetado Austen, ainda que alguns o considerem inspiração para a obra Persuasion.
Em dezembro de 1802, estando Jane e Cassandra com a família Bigg, perto de Steventon, Harris Bigg-Wither pediu Jane em casamento, e ela consentiu. Provavelmente, rompeu o compromisso no dia seguinte, e foi com Cassandra para Bath. Cassandra se havia comprometido com Thomas Fowle, que morreu de febre amarela no Caribe em 1797. Thomas Fowle não tinha condições financeiras para se casar, e o compromisso vinha sendo adiado desde 1794; havia ido ao Caribe como militar, justamente para conseguir dinheiro. Nem Jane, nem Cassandra Austen se casaram.
Residência da família Austen em Chawton, onde Jane passou os últimos oito anos de sua vida (hoje um museu).
Em 1803, Jane Austen conseguiu vender seu romance Northanger Abbey (então intitulado Susan) por 10 libras esterlinas, apesar de o livro ter sido publicado somente 14 anos depois. É possível, também, que nessa ocasião tenha começado a escrever The Watsons, logo abandonando a ideia.
Em janeiro de 1805, morreu seu pai, deixando a esposa e as filhas em situação economicamente precária, e elas passaram a depender de seus irmãos e da pequena quantia que Cassandra herdara de seu prometido.
Em 1806 os Austen se mudaram para Southampton, perto da marina de Portsmouth, o que permitia a eles visitar frequentemente seus irmãos Frank e Charles, que serviam na marinha, chegando a almirantes.
Em 1809 se mudaram para Chawton, perto de Alton e Winchester, onde seu irmão Edward podia abrigá-las em uma pequena casa dentro de uma de suas propriedades. Esta casa tinha a vantagem de ser em Hampshire, o mesmo condado de sua infância. Uma vez instaladas, Jane retomou suas atividades literárias revisando Sense and Sensibility, que foi aceita por um editor em 1810 ou 1811, apesar de a autora assumir os riscos da publicação. Foi publicado de forma anônima, em outubro, como pseudônimo: "By a Lady". Segundo o diário de Fanny Knight, sobrinha de Austen, esta recebeu uma "carta da tia Cass pedindo que não fosse mencionado que a tia Jane era a autora de Sense and Sensibility".2 Teve algumas críticas favoráveis, e se sabe que os lucros para Austen foram de 140 libras esterlinas.
Jane Austen (Steventon, 16 de dezembro de 1775 – Winchester, 18 de julho de 1817) foi uma proeminente escritora inglesa. A ironia que utiliza para descrever as personagens de seus romances a coloca entre os clássicos, haja vista sua aceitação, inclusive na atualidade, sendo constantemente objeto de estudo acadêmico, e alcançando um público bastante amplo.
Nascida em Steventon, Hampshire, de uma família pertencente à nobreza agrária, sua situação e ambiente serviram de contexto para todas as suas obras, cujo tema gira em torno do casamento da protagonista. A inocência das obras de Austen é apenas aparente, e pode ser interpretada de várias maneiras. Os meios acadêmicos a têm considerado uma escritora conservadora, apesar de a crítica feminista atual reconhecer em suas obras uma dramatização do pensamento de Mary Wollstonecraft sobre a educação da mulher.
Biografia
Jane Austen nasceu em 16 de dezembro de 1775, em Steventon, Hampshire, Inglaterra, sendo a sétima filha do reverendo George Austen, o pároco anglicano local, e de sua esposa Cassandra (cujo nome de solteira era Leigh). O reverendo Austen era uma espécie de tutor, e suplementava os ganhos familiares dando aulas particulares a alunos que residiam em sua casa. A família era formada por oito irmãos, sendo Jane e sua irmã mais velha, Cassandra, as únicas mulheres. Cassandra e Jane eram confidentes, e hoje se conhece uma série de cartas de sua correspondência.É considerada a maior escritora de todos os tempos, de acordo com sua jornada de vida que arrasta milhões de fãs por todo o mundo e encanta a todos com sua literatura épica.
Em 1783, Jane e Cassandra foram para a casa da Sra. Cawley, em Southampton, para prosseguir a educação sob sua tutela; porém tiveram que regressar para casa, devido a uma enfermidade infecciosa em Southampton. Entre 1785 e 1786, ambas foram alunas de um internato em Reading, lugar que pode ter inspirado Jane para descrever o internato da Sra. Goddard, que aparece no romance Emma. A educação que Austen recebeu ali foi a única recebida fora do âmbito familiar. Por outro lado, sabe-se que o reverendo Austen tinha uma ampla biblioteca e, segundo ela mesma conta em suas cartas, tanto ela quanto sua família eram "ávidos leitores de romances, e não se envergonhavam disso". Assim como lia romances de Fielding e de Richardson, lia também Frances Burney. O título de Orgulho e Preconceito, por exemplo, foi retirado de uma frase dessa autora, no romance Cecilia.
Entre 1782 e 1784, os Austen fizeram representações teatrais na reitoria de Steventon, que entre 1787-1788 foram mais elaboradas graças à colaboração de sua prima, Eliza de Feuillide, (a quem dedicou Love and Friendship). Nos anos posteriores a 1787, Jane Austen escreveu, para o divertimento de sua família, Juvenilia, que inclui diversas paródias da literatura da época. Entre 1795 e 1799 começou a redigir as primeiras versões dos romances que se publicariam sob os nomes Sense and Sensibility, Pride and Prejudice e Northanger Abbey (que antes se intitulavam Elinor and Marianne, First Impressions, e Susan, respectivamente). Provavelmente, também escreveu Lady Susan nesta época. Em 1797, seu pai quis publicar Orgulho e Preconceito, mas o editor recusou.
Não há provas de que Jane foi cortejada por ninguém, apesar de um breve amor juvenil com Thomas Lefroy (parente irlandês de uma amiga de Austen), aos 20 anos. Em janeiro do ano seguinte, 1796, escreveu a sua irmã dizendo que tudo havia terminado, pois ele não podia casar por motivos econômicos. Pouco depois, uma tia de Lefroy tentou aproximar Jane do reverendo Samuel Blackall, mas ela não estava interessada.
Em 1800, seu pai decidiu mudar-se para Bath, cidade que Jane não apreciava muito. Nessa época, a família costumava ir à costa todos os verões, e foi em uma dessas viagens que Jane conheceu um homem que se enamorou dela. Quando partiu, decidiram voltar a se ver, porém ele morreu. Tal fato não aparece, porém, em nenhuma de suas cartas, mas foi escrito muitos anos depois, e não se sabe o quanto esse namoro possa ter afetado Austen, ainda que alguns o considerem inspiração para a obra Persuasion.
Em dezembro de 1802, estando Jane e Cassandra com a família Bigg, perto de Steventon, Harris Bigg-Wither pediu Jane em casamento, e ela consentiu. Provavelmente, rompeu o compromisso no dia seguinte, e foi com Cassandra para Bath. Cassandra se havia comprometido com Thomas Fowle, que morreu de febre amarela no Caribe em 1797. Thomas Fowle não tinha condições financeiras para se casar, e o compromisso vinha sendo adiado desde 1794; havia ido ao Caribe como militar, justamente para conseguir dinheiro. Nem Jane, nem Cassandra Austen se casaram.
Residência da família Austen em Chawton, onde Jane passou os últimos oito anos de sua vida (hoje um museu).
Em 1803, Jane Austen conseguiu vender seu romance Northanger Abbey (então intitulado Susan) por 10 libras esterlinas, apesar de o livro ter sido publicado somente 14 anos depois. É possível, também, que nessa ocasião tenha começado a escrever The Watsons, logo abandonando a ideia.
Em janeiro de 1805, morreu seu pai, deixando a esposa e as filhas em situação economicamente precária, e elas passaram a depender de seus irmãos e da pequena quantia que Cassandra herdara de seu prometido.
Em 1806 os Austen se mudaram para Southampton, perto da marina de Portsmouth, o que permitia a eles visitar frequentemente seus irmãos Frank e Charles, que serviam na marinha, chegando a almirantes.
Em 1809 se mudaram para Chawton, perto de Alton e Winchester, onde seu irmão Edward podia abrigá-las em uma pequena casa dentro de uma de suas propriedades. Esta casa tinha a vantagem de ser em Hampshire, o mesmo condado de sua infância. Uma vez instaladas, Jane retomou suas atividades literárias revisando Sense and Sensibility, que foi aceita por um editor em 1810 ou 1811, apesar de a autora assumir os riscos da publicação. Foi publicado de forma anônima, em outubro, como pseudônimo: "By a Lady". Segundo o diário de Fanny Knight, sobrinha de Austen, esta recebeu uma "carta da tia Cass pedindo que não fosse mencionado que a tia Jane era a autora de Sense and Sensibility".2 Teve algumas críticas favoráveis, e se sabe que os lucros para Austen foram de 140 libras esterlinas.
Jane Austen nasceu em 16 de dezembro de 1775, em Steventon, Hampshire, Inglaterra, sendo a sétima filha do reverendo George Austen, o pároco anglicano local, e de sua esposa Cassandra (cujo nome de solteira era Leigh). O reverendo Austen era uma espécie de tutor, e suplementava os ganhos familiares dando aulas particulares a alunos que residiam em sua casa. A família era formada por oito irmãos, sendo Jane e sua irmã mais velha, Cassandra, as únicas mulheres. Cassandra e Jane eram confidentes, e hoje se conhece uma série de cartas de sua correspondência.É considerada a maior escritora de todos os tempos, de acordo com sua jornada de vida que arrasta milhões de fãs por todo o mundo e encanta a todos com sua literatura épica.Em 1783, Jane e Cassandra foram para a casa da Sra. Cawley, em Southampton, para prosseguir a educação sob sua tutela; porém tiveram que regressar para casa, devido a uma enfermidade infecciosa em Southampton. Entre 1785 e 1786, ambas foram alunas de um internato em Reading, lugar que pode ter inspirado Jane para descrever o internato da Sra. Goddard, que aparece no romance Emma. A educação que Austen recebeu ali foi a única recebida fora do âmbito familiar. Por outro lado, sabe-se que o reverendo Austen tinha uma ampla biblioteca e, segundo ela mesma conta em suas cartas, tanto ela quanto sua família eram "ávidos leitores de romances, e não se envergonhavam disso". Assim como lia romances de Fielding e de Richardson, lia também Frances Burney. O título de Orgulho e Preconceito, por exemplo, foi retirado de uma frase dessa autora, no romance Cecilia.
Entre 1782 e 1784, os Austen fizeram representações teatrais na reitoria de Steventon, que entre 1787-1788 foram mais elaboradas graças à colaboração de sua prima, Eliza de Feuillide, (a quem dedicou Love and Friendship). Nos anos posteriores a 1787, Jane Austen escreveu, para o divertimento de sua família, Juvenilia, que inclui diversas paródias da literatura da época. Entre 1795 e 1799 começou a redigir as primeiras versões dos romances que se publicariam sob os nomes Sense and Sensibility, Pride and Prejudice e Northanger Abbey (que antes se intitulavam Elinor and Marianne, First Impressions, e Susan, respectivamente). Provavelmente, também escreveu Lady Susan nesta época. Em 1797, seu pai quis publicar Orgulho e Preconceito, mas o editor recusou.
Não há provas de que Jane foi cortejada por ninguém, apesar de um breve amor juvenil com Thomas Lefroy (parente irlandês de uma amiga de Austen), aos 20 anos. Em janeiro do ano seguinte, 1796, escreveu a sua irmã dizendo que tudo havia terminado, pois ele não podia casar por motivos econômicos. Pouco depois, uma tia de Lefroy tentou aproximar Jane do reverendo Samuel Blackall, mas ela não estava interessada.
Em 1800, seu pai decidiu mudar-se para Bath, cidade que Jane não apreciava muito. Nessa época, a família costumava ir à costa todos os verões, e foi em uma dessas viagens que Jane conheceu um homem que se enamorou dela. Quando partiu, decidiram voltar a se ver, porém ele morreu. Tal fato não aparece, porém, em nenhuma de suas cartas, mas foi escrito muitos anos depois, e não se sabe o quanto esse namoro possa ter afetado Austen, ainda que alguns o considerem inspiração para a obra Persuasion.
Em dezembro de 1802, estando Jane e Cassandra com a família Bigg, perto de Steventon, Harris Bigg-Wither pediu Jane em casamento, e ela consentiu. Provavelmente, rompeu o compromisso no dia seguinte, e foi com Cassandra para Bath. Cassandra se havia comprometido com Thomas Fowle, que morreu de febre amarela no Caribe em 1797. Thomas Fowle não tinha condições financeiras para se casar, e o compromisso vinha sendo adiado desde 1794; havia ido ao Caribe como militar, justamente para conseguir dinheiro. Nem Jane, nem Cassandra Austen se casaram.
Residência da família Austen em Chawton, onde Jane passou os últimos oito anos de sua vida (hoje um museu).
Em 1803, Jane Austen conseguiu vender seu romance Northanger Abbey (então intitulado Susan) por 10 libras esterlinas, apesar de o livro ter sido publicado somente 14 anos depois. É possível, também, que nessa ocasião tenha começado a escrever The Watsons, logo abandonando a ideia.
Em janeiro de 1805, morreu seu pai, deixando a esposa e as filhas em situação economicamente precária, e elas passaram a depender de seus irmãos e da pequena quantia que Cassandra herdara de seu prometido.
Em 1806 os Austen se mudaram para Southampton, perto da marina de Portsmouth, o que permitia a eles visitar frequentemente seus irmãos Frank e Charles, que serviam na marinha, chegando a almirantes.
Em 1809 se mudaram para Chawton, perto de Alton e Winchester, onde seu irmão Edward podia abrigá-las em uma pequena casa dentro de uma de suas propriedades. Esta casa tinha a vantagem de ser em Hampshire, o mesmo condado de sua infância. Uma vez instaladas, Jane retomou suas atividades literárias revisando Sense and Sensibility, que foi aceita por um editor em 1810 ou 1811, apesar de a autora assumir os riscos da publicação. Foi publicado de forma anônima, em outubro, como pseudônimo: "By a Lady". Segundo o diário de Fanny Knight, sobrinha de Austen, esta recebeu uma "carta da tia Cass pedindo que não fosse mencionado que a tia Jane era a autora de Sense and Sensibility".2 Teve algumas críticas favoráveis, e se sabe que os lucros para Austen foram de 140 libras esterlinas.
Carreira literária
Animada pelo êxito de Sense and Sensibility, a autora tentou publicar também Pride and Prejudice, que foi vendido em novembro de 1812 e publicado em janeiro de 1813. Ao mesmo tempo, começou a trabalhar em Mansfield Park. Em 1813, a identidade da autora de Pride and Prejudice começou a difundir-se, graças à poupularidade da obra e à indiscrição da família. Nesse mesmo ano foi publicada a 2ª edição de suas obras, e em maio de 1814 surgiu Mansfield Park, obra da qual se venderam todos os exemplares em seis meses, e Austen começou a trabalhar em Emma.
Era seu irmão Henry, que vivia em Londres, quem se encarregava de negociar com os editores, e quando Jane ia a Londres se hospedava em sua casa. Em 1813, Henry Austen foi tratado pelo Sr. Clarke, médico do príncipe Regente, o qual, ao descobrir que Austen era a autora de Pride and Prejudice e Sense and Sensibility, obras que apreciava muito, pediu a este que solicitasse a Henry que o romance seguinte da autora fosse a ele dedicado. É possível que tal pedido tenha demorado a chegar até ela, pois em suas cartas não guardava uma boa opinião sobre os príncipes, devido às suas conhecidas infidelidades.3
Em Chawton, Austen não tinha a mesma privacidade que em Steventon, e é bastante famosa a anedota narrada por James Austen-Leigh, acerca da porta “chiante” que Austen solicitou que não fosse reparada, pois a avisava antecipadamente da chegada de algum visitante, para esconder o manuscrito que escrevia.
Em dezembro de 1815 foi publicada Emma, dedicada ao príncipe regente e, no ano seguinte, uma nova edição de Mansfield Park. A segunda não teve o êxito das obras anteriores, e as perdas desquilibraram os ganhos da primeira edição.
Morte
Austen começou Persuasion em agosto de 1815, mas um ano depois começou a se sentir mal. No início de 1817 começou Sanditon, porém teve que abandonar a obra por seu estado de saúde. Para receber tratamento médico foi levada a Winchester, onde faleceu em 18 de julho de 1817.
Suas últimas palavras foram: "Não quero nada mais que a morte".4 Tinha 41 anos.
Em seu testamento, legou tudo o que tinha para sua irmã Cassandra. Na época, não se sabia a causa de sua morte; hoje, considera-se que foi Doença de Addison. Está enterrada na Catedral de Winchester.5
O epitáfio, na catedral de Winchester, não menciona que foi a autora de seus conhecidos romances. Em 1872, depois que James Edward Austen-Leigh publicou suas Memórias, foi colocada uma nova placa explicando sua condição de escritora e salientando: "She opened her mouth with wisdom and in her tongue is the law of kindness" ("Ela abriu sua boca com sabedoria e em sua língua reside a lei da bondade").
Legado
Retrato a óleo de Jane Austen, feito em 1875, de autor desconhecido, baseado na aquarela feita pela irmã em 1810.
Seus romances Persuasion e Northanger Abbey foram preparados para publicação por Henry Austen, e foram publicadas em 1817, em uma edição combinada de quatro volumes. Da mesma forma que nas obras anteriores, seu nome não consta, mas é citado apenas que se trata da mesma autora das outras obras, e traz uma "nota biográfica sobre o autor", anunciando sua morte.
O único retrato da escritora considerado autêntico é um desenho realizado para ilustrar as Memórias de Austen-Leigh, uma reinterpretação realizada na era vitoriana de um desenho de sua irmã. Atualmente, o desenho está na National Gallery de Londres. A partir deste, foram criadas todas as variações de retratos de Jane Austen que podemos encontrar hoje em dia.
Na British Library, também em Londres, pode-se encontrar uma caderneta presenteada por seu pai, ilustrada por Cassandra, sua irmã, onde Jane escreveu suas primeiras histórias. Também se encontram ali manuscritos dos últimos capítulos de “Persuasión”, e um pequeno escritório em madeira.
Existem dois museus dedicados a Jane Austen. O "Jane Austen Centre", em Bath, é um museu público situado em uma casa georgiana em Gay Street, a alguns metros do número 25, onde residiu Austen em 1805. O outro, "Jane Austen's House Museum", na cabana de Chawton, em Hampshire, lugar onde viveu a escritora de 1809 até 1817.
Histórico social na época de Jane Austen[editar | editar código-fonte]
O período britânico de Regência compreende a regência de Jorge IV como Príncipe de Gales, durante a enfermidade de seu pai, Jorge III, e constitui uma ponte entre o período georgiano e o vitoriano.
Jane Austen viveu na época da regência, porém sua obra literária se caracteriza por descrever com mais precisão a sociedade rural georgiana e não tanto as mudanças sofridas com a chegada da modernidade. Essa mudança se baseia em dois fatores externos fundamentais: por um lado, a revolução agrária, que constitui o começo da revolução industrial, e suas importantes repercussões sociais; por outro lado, o colonialismo, as Guerras Napoleônicas e a extensão do Império Britânico.
Com o advento da industrialização, a antiga ordem hierárquica que situava em alta posição a nobreza e seus bens sofreu um processo de mudança, surgindo novas formas de adquirir riquezas. A revolução agrária havia provocado um incremento na população inglesa, que por sua vez impulsionou a economia para atender a demanda. Pela primeira vez na história da Grã-Bretanha, a população se sustentava, graças às inovações introduzidas nas técnicas de cultivo. Em decorrência disso, uma classe social até então minoritária começou a se fazer notar e ganhar importância: a alta burguesia agrária. A população inglesa iniciou um êxodo do campo para a cidade, buscando emprego na indústria e isso incorreu num novo conceito de valores, independente das velhas tradições.
Fonte: Wikipédia
Marcadores:
1775 -1817,
biografia,
carreira literária,
dia internacional da mulher,
Jane Austen,
morte legado,
perfil
Assinar:
Postagens (Atom)









.jpg)






.jpg)

.jpg)






