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sábado, 2 de agosto de 2014

Resenha: xangô de Baker Street- Jô Soares

Paginas: 352
lançamento:15/09/1995

sinopse:

Um violino Stradivarius desaparecido, algumas orelhas cortadas e seus respectivos cadáveres trazem o famoso Sherlock Holmes ao Brasil, por recomendação de sua não menos famosa amiga Sarah Bernhardt. Porém aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais-de-santo e cannabis sativa. Sem falar, é claro, dos crimes do primeiro serial killer da história, que executa seu sinistro plano nota a nota, com notável afinação e precisão de corte.
O britânico e intrépido detetive e seu fiel e desconfiadíssimo esculápio vivem então no Rio de Janeiro a aventura de Sherlock Holmes que Conan Doyle se excusou de contar - por motivos que ficarão bastante óbvios -, mas que para felicidade do leitor brasileiro Jô Soares resgata neste romance implacável e impagável.

Fonte: Companhia das letras.

Resenha:


Hoje resolvi resenhar um livro nacional pois percebo o pouco número de resenhas de livros nacionais escolhi  Xangô de Baker street porque gosto muito deste livro é um livro muito bem escrito é quase uma colagem de fatos históricos e ficção colocando o famoso detetive  inglês como um atrapalhado detetive que descobre as pistas quase que sem querer,se apaixona por uma mulata e incorpora Xangô em um centro espirita.
A partir do roubo de um violino Estradivárius acontecem vários assassinatos na cidade do Rio de Janeiro,fatos que trazem  o famoso detetive ao nosso pais livro conduz o leitor a uma aventura cheia de fatos históricos personagens reais e fictícios que a tal ponto do livro o leitor não consegue mais distinguir ficção e realidade.
O que mais gosto no livro é como tudo é interligado como se fosse uma teia de acontecimentos cheios de mistérios regados com muito humor e ironia.
Eu recomendo muito este livro para quem tem preconceito contra a literatura brasileira.


Curiosidades sobre Sherlock Holmes



Nas histórias do detetive, Sherlock sempre morou à Rua Baker, 221B, Londres entanto, o endereço nunca existiu. Mas foi criado, para sediar o Museu Holmes! 
Pelas suas contribuições para a pesquisa forense, Sherlock Holmes entrou para a Royal Academy of Chemistry em 2002. É o único personagem fictício a fazer parte dos quadros da academia.
O personagem foi criado 1887 na obra “A Study in Scarlet”, e desde então apareceu em 60 outras obras do escocês Arthur Conan Doyle, sendo 56 contos e quatro romances.
Ele é o personagem mais retratado em programas de TV e filmes, segundo o Guiness Book, com a incrível marca de 254 aparacições! O ator que mais viveu o detetive foi o ator sul-africano Basil Rathbone  que entre 1939 e 1953 fez 14 filmes e 1 série de TV!
Apesar de amplamente citada (inclusive neste post), a frase “elementar, meu caro Watson” nunca foi dita pelo Sherlock Holmes original. Ela não aparece em nenhuma das histórias de Arthur Conan Doyle! Quem a cita pela primeira vez é o escritor P.G. Wodehouse em um romance de 1915.
fonte: blog cultura inglesa.

2 comentários:

Gleyse Vieira disse...

Eu lí esse livro há muito anos e adoro a forma como Jô Soares escreve. Infelizmente o filme foi um fiasco.

kika kriger disse...

Pois é Gleyse tentei ver o filme não passei da metade de tão ruim mas realmente o Jô é um ótimo escritor li O homem que matou Getúlio Vargas é muito bom também.
Obrigada pela visita,volte sempre

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