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sábado, 15 de novembro de 2014

Especial Manuel de Barros (1916 - 2014)


Manoel Wenceslau Leite de Barros (Cuiabá, 19 de dezembro de 1916 - Campo Grande, 13 de novembro de 2014 ) foi um poeta brasileiro do século XX, pertencente, cronologicamente à Geração de 45, mas formalmente ao pós- Modernismo brasileiro, se situando mais próximo das vanguardas europeias do início do século e da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswald de Andrade. Recebeu vários prêmios literários, entre eles, dois Prêmios Jabutis. É o mais aclamado poeta brasileiro da contemporaneidade nos meios literários. Enquanto ainda escrevia, Carlos Drummond de Andrade recusou o epíteto de maior poeta vivo do Brasil em favor de Manoel de Barros2 . Sua obra mais conhecida é o "Livro sobre Nada" de 1996.

Vida Pessoal

Um ano depois do nascimento do poeta, sua família foi viver em uma propriedade rural em Corumbá. Mudou-se sozinho ainda quando ele era ainda criança para Campo Grande, onde estudou em colégio interno e, mais tarde, para o Rio de Janeiro, a fim de completar os estudos, onde formou-se bacharel em direito em 1941. Tendo estado 10 anos em um internato, rebelou-se contra a escrita do Padre Antônio Vieira, por lhe parecer que para aquele a frase era mais importante que a verdade. Através da leitura da poesia em prosa de Arthur Rimbaud, Manoel de Barros descobre que "pode misturar todos os sentidos".

Seu primeiro livro não era de poesia, e teria se perdido em razão de uma confusão com a polícia. Quando vivia no Rio de Janeiro, aos 18 anos, tendo entrado para a Juventude Comunista, pichou as palavras "Viva o Comunismo" em uma estátua. Quando a polícia foi buscá-lo na pensão onde vivia, a dona do estabelecimento pediu para "não prender o menino, tão bom que até teria escrito um livro, chamado 'Nossa Senhora de Minha Escuridão'". Tendo o policial que comandava a operação se sensiblizado, o poeta não foi preso, mas o livro foi perdido, pois o policial levou-o consigo.

Embora a poesia tenha estado presente em sua vida desde os 13 anos de idade, teria escrito o primeiro poema somente aos 19 anos. Seu primeiro livro publicado foi "Poemas concebidos sem pecado" (1937), feito artesanalmente por amigos numa tiragem de 20 exemplares mais um, que ficou com ele.

Rompe com o Partido Comunista quando o seu líder, Luís Carlos Prestes, após 10 anos de prisão política durante o regime getulista, resolve declarar apoio ao presidente Getúlio Vargas, que já havia entregue sua esposa Olga Benário ao regime nazista da Alemanha, onde ela morreu.

Após sua decepção, vive na Bolívia, no Peru e também, durante um ano, em Nova Iorque, onde faz um curso de cinema e pintura no Museu de Arte Moderna.

Na década de 1960 voltou para Campo Grande, onde passou a viver como criador de gado, sem nunca deixar de trabalhar incansavelmente em seu ofício de poeta.

Apesar de ter escrito muitos livros durante toda a sua vida e de ter ganho vários prêmios literários desde 1960, durante muito tempo sua obra ficou desconhecida do grande público. Possivelmente porque o poeta não frequentava os meios literários e editoriais e, deduzindo-se das palavras do poeta (ele diz "por orgulho"), por não bajular ninguém.

Seu trabalho começou a ser valorizado nacionalmente a partir da descoberta deste por parte de Millôr Fernandes, já na década de 1980. A partir daí, ganhou reconhecimento através de vários dos maiores prêmios literários do Brasil, como o Jabuti, em 1987, com "O guardador de águas".

Foi considerado o maior ou um dos maiores poetas do Brasil, sendo um dos mais aclamado nos círculos literários do seu país. Seu trabalho tem sido publicado em Portugal, onde é um dos poetas contemporâneos brasileiros mais conhecidos 3 , na Espanha e na França.

Infelizmente o coração do poeta parou por volta das 8h05 de quinta-feira, 13 de novembro, no Proncor de Campo Grande - MS, depois de 6 meses em estado de ruína, como ele mesmo definia os efeitos dos 97 anos de idade, quase 98, que seriam comemorados no dia 19 de dezembro de 2014.
Fonte: Wikipédia

poesias







sábado, 8 de novembro de 2014

Aniversário Cecília Meireles



Ontem comemoramos o aniversário de Cecília Meireles grande escritora brasileira deixo aqui minha homenagem e um pouquinho de sua vida e obra,conheçam vale muito a pena.  


Cecília Meireles foi uma poetisa e jornalista, e é considerada umas das maiores escritoras brasileiras, com mais de 50 obras publicas, além disso foi professora de línguas, literatura, música, folclore e teoria educacional.

Com dezoito anos, Cecília Meireles publicou seu primeiro livro de poesias, chamado Espectro. Seus livros eram influenciado pelo Modernismo, Romantismo e outros. 

Na profissão de jornalista, publicava matérias sobre os 
problemas na educação, e por esse seu interesse, foi fundadora da primeira biblioteca infantil do Brasil, no ano de 1934. Seu interesse pela educação e pelas crianças fez com que tivesse também um grande reconhecimento na poesia infantil, com textos como "O Cavalinho Branco", "Colar de Carolina", "O mosquito escreve" e muitos outros.

No ano de 1939, Cecília publicou "Viagem", livro que acabou ganhando o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.
Fonte:wikipédia

Ontem comemoramos o aniversário de Cecília Meireles grande escritora brasileira

sábado, 2 de agosto de 2014

Resenha: xangô de Baker Street- Jô Soares

Paginas: 352
lançamento:15/09/1995

sinopse:

Um violino Stradivarius desaparecido, algumas orelhas cortadas e seus respectivos cadáveres trazem o famoso Sherlock Holmes ao Brasil, por recomendação de sua não menos famosa amiga Sarah Bernhardt. Porém aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais-de-santo e cannabis sativa. Sem falar, é claro, dos crimes do primeiro serial killer da história, que executa seu sinistro plano nota a nota, com notável afinação e precisão de corte.
O britânico e intrépido detetive e seu fiel e desconfiadíssimo esculápio vivem então no Rio de Janeiro a aventura de Sherlock Holmes que Conan Doyle se excusou de contar - por motivos que ficarão bastante óbvios -, mas que para felicidade do leitor brasileiro Jô Soares resgata neste romance implacável e impagável.

Fonte: Companhia das letras.

Resenha:


Hoje resolvi resenhar um livro nacional pois percebo o pouco número de resenhas de livros nacionais escolhi  Xangô de Baker street porque gosto muito deste livro é um livro muito bem escrito é quase uma colagem de fatos históricos e ficção colocando o famoso detetive  inglês como um atrapalhado detetive que descobre as pistas quase que sem querer,se apaixona por uma mulata e incorpora Xangô em um centro espirita.
A partir do roubo de um violino Estradivárius acontecem vários assassinatos na cidade do Rio de Janeiro,fatos que trazem  o famoso detetive ao nosso pais livro conduz o leitor a uma aventura cheia de fatos históricos personagens reais e fictícios que a tal ponto do livro o leitor não consegue mais distinguir ficção e realidade.
O que mais gosto no livro é como tudo é interligado como se fosse uma teia de acontecimentos cheios de mistérios regados com muito humor e ironia.
Eu recomendo muito este livro para quem tem preconceito contra a literatura brasileira.


Curiosidades sobre Sherlock Holmes



Nas histórias do detetive, Sherlock sempre morou à Rua Baker, 221B, Londres entanto, o endereço nunca existiu. Mas foi criado, para sediar o Museu Holmes! 
Pelas suas contribuições para a pesquisa forense, Sherlock Holmes entrou para a Royal Academy of Chemistry em 2002. É o único personagem fictício a fazer parte dos quadros da academia.
O personagem foi criado 1887 na obra “A Study in Scarlet”, e desde então apareceu em 60 outras obras do escocês Arthur Conan Doyle, sendo 56 contos e quatro romances.
Ele é o personagem mais retratado em programas de TV e filmes, segundo o Guiness Book, com a incrível marca de 254 aparacições! O ator que mais viveu o detetive foi o ator sul-africano Basil Rathbone  que entre 1939 e 1953 fez 14 filmes e 1 série de TV!
Apesar de amplamente citada (inclusive neste post), a frase “elementar, meu caro Watson” nunca foi dita pelo Sherlock Holmes original. Ela não aparece em nenhuma das histórias de Arthur Conan Doyle! Quem a cita pela primeira vez é o escritor P.G. Wodehouse em um romance de 1915.
fonte: blog cultura inglesa.

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