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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Mensagem de ano novo


O gavetas de pesamentos deseja a todos seguidores,visualizadores,leitores enfim todos que passaram por aqui para deixar seu comentário ou simplesmente dar uma espiadinha um MARAVILHOSO 2016 cheio de realizações. Bjos


Kika Kriger


crédito vídeo : Angela Oliveira 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Culturação Novembro - 06/11 Dia do riso




06/11 – DIA DO RISO
Nada mais gostoso do que rir à toa, rir sem parar, rir até a barriga doer ou ter crises de risos infindáveis. O riso é contagiante em qualquer situação e para homenagear o Dia do Riso, vamos encher nossos blogs com histórias engraçadas. Pode ser aquela historinha que aconteceu com você ou que você tenha presenciado, pode ser uma que você ouviu de alguém ou uma história antiga de família, o importante é fazer as pessoas rirem bastante.

ALTERNATIVA LITERÁRIA – A missão de vocês é listar os livros mais engraçados que já leram. Se houver resenhas, não esqueçam de deixar o link para que mais pessoas possam conhecer sua opinião sobre os livros citados.


O Clube das Chocólatras - Carole Matthews

http://derlai.blogspot.com.br/2015/04/clube-das-chocolatras-carole-matthews.html



Em casa para o natal - Cally Taylor

http://derlai.blogspot.com.br/2014/12/resenhaem-casa-para-o-natal-cally-taylor.html



Um Mais Um -Jojo Moyses

  
Espero que vcs gostem e se divirtam como eu me diverti com cada livro desta lista.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Thoughts translated -After you - Jojo Moyses







Sinopse:

Como  seguir em frente depois de perder a pessoa que você amava? Como você construir uma vida digna de ser vivida? Louisa Clark não é mais apenas uma garota comum vivendo uma vida normal. Após os seis meses transformadores ao lado Will Traynor, ela está lutando sem ele. Quando um acidente acontece Lou volta para casa para sua família , ela está de volta onde tudo começou. Seu corpo cura, mas Lou sabe que  precisa volta à vida . Assim ela acaba no porão de uma igreja com os membros do grupo de apoio Moving On, que compartilham idéias, risos, frustrações e biscoitos terríveis. O acidente também irá levá-la para o forte, capaz Sam Fielding-o paramédico, cujo negócio é a vida e a morte, um homem que pode ser capaz de compreendê-la. Em seguida, uma figura do passado de Will aparece e interompe todos os seus planos, impulsionando-a para um futuro muito diferente. . . . Para Lou Clark, vida após a Will Traynor significa aprender a se apaixonar de novo, com todos os riscos que isso traz. Mas aqui Jojo Moyes nos dá duas famílias, tão reais quanto as nossas, cujas alegrias e tristezas vão tocar você profundamente. Depois Você tem a marca Jojo Moyes-um romance que vai fazer você rir, chorar, e regozijar por estar de volta no mundo que ela cria. Aqui ela faz o que poucos romancistas pode fazer-revisita personagens queridos e leva-los a lugares nem eles nem nós esperávamos.

 Fonte:www.goodreads.com





Resenha:

O livro começa 18 meses após a morte de Will, Lou esta de volta a Inglaterra depois de uma temporada em Paris apesar da passagem de tempo ela continua devastada pela perda de Will e trabalha em um restaurante no Aeroporto da cidade.
Em uma noite de tristeza e solidão Lou se joga da sacada do flat que comprou com a herança de Will,este acontecimento da inicio a uma série de situações que o tempo colocam Lou a prova.
Para mim o livro começou de decepcionante pois me parecia que Lou não tinha aprendido nada com a perda que teve e continuava insegura e dependente da opinião das pessoas.
Com a chegada da filha de Will, Lilly isso se acentua ainda mais pois Lou passa a viver em função dos problemas da adolescente e de encontrar uma maneira de unir Lilly com a família de Will, nem mesmo um grupo de apoio a pessoas em luto consegue tirar Lou de seu estado de inércia em que ela se encontra mas Lilly desaparece e este acontecimento obriga Lou a sair de sua zona de conforto não só para encontrar Lilly mais também para reconstruir a si mesma.
O livro também reserva momentos engraçados como a descoberta do feminismo feita pela mãe de Lou que rende boas risadas ao leitor outras situações engraçadas acontecem no grupo de apoio que Lou participa apesar do tema pesado as situações tem sempre um toque de humor o que dá ao assunto Morte uma certa naturalidade e leveza.
Mais uma vez Jojo Moyses conseguiu me surpreender em um final emocionante e cheio de esperança.      

sábado, 31 de outubro de 2015

Culturação Outubro: Dia das crianças






Sabe aqueles livros onde as crianças são tão adoráveis que, acabamos por criar um vínculo eterno com elas? Você se lembra de ter lido algum assim, em que as crianças te cativassem a tal ponto de você se apaixonar literariamente por elas? Hora de apresentar esses pequenos notáveis para o mundo. Quem são essas crianças? Quais são os seus nomes? Em que livro elas moram? E por que são tão inesquecíveis?


Tanzie Thomas - Um mais um - Jojo Moyses:


A história de Tanzie me comoveu por ser sob muitos aspectos muito realista posso acreditar que muitas crianças passam por situações muito parecidas com as que Tanzie passa no livro,como ser abandonada pelo pai, ter dificuldade de acesso a educação de qualidade,sofrer bullying por não se vestir da maneira que a sociedade espera que ela se vista e sobre tudo por carregar em suas costas tão pequenas o peso de ser a única pessoa que pode mudar o futuro de sua família. 


Tegan - A filha da minha melhor amiga -Dorothy Koomson:


Tegan me encantou pelo fato de que apesar de ter passado por maus tratos por parte dos avós,ter perdido a mãe vítima de um câncer fulminante e ter sido entregue a uma pessoa praticamente desconhecida para ela naquele momento,Tegan sempre se mostrou corajosa e alegre.  

Holly - Uma chance para recomeçar - Lisa Kleypas:

Holly é uma doce menininha que perde a mãe em um trágico acidente de carro e passa a viver com o tio solteirão que ela mal conhece.

A coisa mais bacana sobre Holly é que ela aos poucos vai transformando a vida das pessoas que a rodeiam,curando o coração de uma mulher que perde o marido por conta de uma grave doença,tirando o tio de uma vida vazia e sem laços afetivos e por fim conseguiu construir uma família com pessoas que estavam destinadas a solidão.  






sábado, 3 de outubro de 2015

Série X Livro : Younger - Pamela Redmond Satran

Oi depois de duas semanas de ausencia estou de volta venho falar para vcs sobre a série e o livro do mesmo nome Youger da autora Pamela Redmond Satran.
Comecei assistindo a série com grande expectativa pois ela é produzida por Darren Star o criador de Sex end the City,série super cultuada até hoje.
Devo confessar que achei a série bem fraca,com uma produção e ambientação bem pobre,o elenco onde quase todos os atores são desconhecidos com exceção de Hilary Duff,para mim o principal erro da série foi a escolha da atriz protagonista Suton Foster não convence como uma dona de casa que tenta passar por uma mulher mais jovem para conseguir um emprego.
A transformação no visual da personagem não é suficiente para passar a impressão rejuvenescimento.  
Na série os nomes foram trocados, em relação ao livro,não sei dizer também se o enredo da série será totalmente fiel ao livro até agora algumas situações foram modificadas e outras foram criadas especialmente para a série.

Com relação ao livro a leitura é rápida e fluida com uma linguagem bem coloquial e situações bem comuns e até um pouco estereotipadas em relação ao que se refere ao comportamento dos jovens de hoje,passando a impressão que os jovens de hoje são em sua maioria fúteis e promíscuos e todas as mulheres de meia idade que são donas de casa são infelizes e frustradas.
Apesar destes detalhes o livro serve muito bem como leitura de entretenimento.

Younger
Seriado de televisão
Younger é uma série de televisão Americana exibida pela TV Land desde 31 de março de 2015, baseado no romance de mesmo nome por Pamela Redmond Satran. 
Primeiro episódio: 31 de março de 2015
Emissora original: TV Land
Número De Temporadas: 1
Criador: Darren Star
Autor: Darren Star

Elenco principal
Sutton Foster como Liza Miller
Debi Mazar como Maggie
Miriam Shor como Diana Trout
Nico Tortorella como Josh
Hilary Duff como Kelsey Peters
Molly Bernard como Lauren Heller (2ª temporada)

O projeto começou em agosto de 2013, quando a TV Land produziu um piloto.
A série oficialmente estreou em 31 de março de 2015, mas a primeira temporada consistiu de 12 episódios.
Em 21 de abril de 2015, a série foi renovada para uma segunda temporada de 12 episódios, que vai estrear em janeiro de 2016.


Fonte:Wikipédia.


Sinopse:


Livro que inspirou a série de TV com Hilary Duff e que tem tudo para agradar as leitoras de Sex and the City e Selva de Batom 

Alice sempre pareceu mais nova do que realmente era, apesar de alguns fios de cabelo branco e do jeito despojado de dona de casa de Nova Jersey. Ou melhor: ex-dona de casa. Agora que o marido a deixou e que a filha já não é mais criança, ela precisa refazer sua vida. Então deixa que sua melhor amiga, Maggie, transforme seu visual na véspera do Ano-Novo. 

Graças às maravilhas da tintura de cabelo e de um par de jeans colado ao corpo, Alice se vê com uma aparência mais jovem, fato atestado num bar de Manhattan: à meia-noite, ela beija um cara que ainda usava fraldas quando ela já cursava o ensino médio. A mentirinha que contou a Josh a faz acreditar que, se ninguém perguntar sua idade, ninguém vai descobrir a verdade. Então Alice se candidata a um cargo na editora em que trabalhou brevemente antes de se tornar mãe em tempo integral – e consegue o emprego.

Aos poucos, Josh se apaixona perdidamente por Alice, uma mulher muito mais interessante que as da idade dele. Para ele, Alice tem 29 anos – e pela primeira vez desde os 29 ela tem a sensação de que a vida é um mar de possibilidades. Mas, infelizmente, uma delas é ser desmascarada.

Fonte:Record

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Culturação temas de Setembro - Dia 04/09 – Dia Nacional das Artes – Did it yourself

Hora de libertar o artista que vive adormecido dentro de você. Vamos inaugurar o Museu de Arte Blogueira e todos nós somos 
os artistas. Escolha uma forma de arte, qualquer uma delas, a que você mais se identificar e crie algo para nosso Museu. 
Pode ser um desenho a grafite ou aquarela, um boneco de tecido ou biscuit, um quadrinho com apliques, crochê, tricô, papietagem, bordado, escultura com canetas Bic ou casca de bananas, enfim, qualquer coisa que der na telha, afinal, nós artistas somos excêntricos. Se quiser pode fazer um PAP (passo a passo) para ilustrar a postagem, assim facilitamos a vida dos leitores interessados em reproduzir nossas obras! ;)

Aproveitando o tema do Culturação do mês de Setembro venho mostrar para vocês meus trabalhos de artesanato feitos com 
miçangas e fios de nylon.
O trabalho consiste no entrelaçamento de fios com miçangas e usando gráficos ou paps para formar a figura desejada,eu 
prefiro gráficos que eu mesma faço como este que vou mostrar aqui.






Hoje as peças que mostrarei aqui são chaveiros mas com esta técnica é possível fazer marcadores  de páginas,quadros,lembrancinhas de maternidades enfeites para árvores de natal,portas celulares e até bolsas basta usar a criatividade.









Espero que tenham gostado de conhecer este trabalho que faz parte da minha vida assim como o amor por livros. 

sábado, 22 de agosto de 2015

Uma chance para recomeçar - Lisa Kleypas - Resenha

Sinopse


Uma Chance Para Recomeçar - Victoria morreu em um trágico acidente, deixando sua filha Holly sob a responsabilidade do seu 
irmão, o solteiro convicto Mark. O tio Mark não se sentia muito preparado para cuidar da menina, mas assumiu o compromisso de devolver o sorriso aos seus lábios. No entanto, ele desconfia de que não esteja fazendo um bom trabalho, uma vez que Holly nunca mais falou desde que ficou órfã. Uma cartinha para o Papai Noel revela um desejo que pode ser a chave da felicidade de Holly: ela só quer ter uma mãe.

Maggie perdeu o marido em uma batalha contra o câncer e não quer jamais - passar por tudo isso de novo. Por isso, ela fechou seu coração e prometeu a si mesma dedicar-se somente a sua nova loja de brinquedos em Friday Harbor, que permite às crianças viajar um pouco nas asas da imaginação. A amizade entre Maggie e Holly (que até passou a acreditar em fadas!) ao mesmo tempo comove e preocupa o tio Mark. Ele tem certeza de que a nova amiga fará bem a sua sobrinha, mas precisa decidir se a deixará entrar em sua própria vida...
Nós também torcemos, do fundo do coração, para que Holly tenha uma linda noite de Natal.

Fonte:Skoob

Resenha:

 Finalmente um livro terno doce e sensível sem aquelas intermináveis cenas de sexo nada contra mais tem horas que fica cansativo ler a mocinha o tempo todo revirando os olhos e mordendo os lábios e ficando com a calcinha molhada toda vez que vê o mocinho, finalmente um romance que não sofre da síndrome de "cinquentalização" antes de ser apedrejada gostaria de dizer que não tenho nada contra o gênero mas parece que todo autor quer escrever seu próprio cinquenta tons.
Neste livro me parece que a autora tentou fugir deste modelo de romance,escrevendo uma historia sobre pessoas que estão tentando juntar os cacos e seguir em frente após uma série de tragédias pessoais.
O que mais gosto no livro é que é muito fácil para o leitor se identificar com os personagens pois todos nós passando por perdas e situações difíceis durante a vida,como não se identificar com a dor de uma criança que perde a mãe em um acidente e é entregue a um tio que ela mal conhece,o choque de um homem solteiro convicto que do dia para noite tem uma criança praticamente desconhecida entregue a sua responsabilidade ou ainda a dor de uma mulher jovem que perde o marido também jovem para um câncer depois de um longo tratamento.
O encontro desta pessoas em busca de restaurar suas vidas em uma narrativa suave delicada e sem recorrer ao melodrama barato torna a leitura deste livro uma experiência agradável e emocionante. 

sábado, 8 de agosto de 2015

Thoughts Translated - Blackberry Winter - Sarah Jio





Hoje trago na coluna Thoughts Translated o maravilhoso livro Blackberry Winter da escritora Sarah Jio,que na edição em Portugues ganhou o título de Neve na primavera.
Eu ja havia lido Violetas de Março da mesma autora e tinha gostado muito mas confesso que com  Blackberry Winter Sarah Jio me conquistou de vez,que livro emocionante e  sensível.
Com uma narrativa que alterna  presente e passado o livro conta as histórias de duas mulheres quem épocas e de maneiras diferentes perdem seus filhos mas aos poucos as histórias se tornam paralelas até se tornarem uma só no final.
Outra coisa que me chamou muito atenção foi que apesar de viverem em épocas muito diferentes Claire e Vera tem atitudes e sentimentos muito parecidos mostrando que ainda que tenhamos alcançado um grande avanço tecnológico os sentimentos mais primitivos e belos do ser humano continuam intactos.
Como já comentei a narrativa é bem ágil com toques de mistério e suspense que prende o leitor do início ao fim,final aliás surpreendente e impactante.
Por fim sugiro aos mais sensíveis que preparem muitos lencinhos de papel pois este livro é pura emoção.

  

Sinopse da edição em Português da editora Novo conceito.

Neve na Primavera - Seattle, 1933. Vera Ray dá um beijo no pequeno Daniel e, mesmo contrariada, sai para trabalhar. Ela odeia o turno da noite, mas o emprego de camareira no hotel garante o sustento de seu filho.
Na manhã seguinte, o dia 2 de maio, uma nevasca desaba sobre a cidade.
Vera se apressa para chegar em casa antes de Daniel acordar, mas encontra vazia a cama do menino. O ursinho de pelúcia está jogado na rua, esquecido sobre a neve.
Na Seattle do nosso tempo, a repórter Claire Aldridge é despertada por uma tempestade de neve fora de época.
 Designada para escrever sobre esse fenômeno, que acontece pela segunda vez em setenta anos,Claire se interessa pelo caso do desaparecimento de Daniel Ray, que permanece sem solução, e promete a si mesma chegar à verdade. Ela descobrirá, também, que está mais próxima de Vera do que imaginava.

Fonte:Skoob

sábado, 1 de agosto de 2015

Resenha : As confissões das irmãs Sullivan - Natalie Standiford



Sinopse:

Quando o futuro da família está em jogo, não há segredo grande ou pequeno demais.

A avó das irmãs Sullivan reúne a família para anunciar que em breve morrerá. E, possivelmente pior, que removeu toda a 

família de seu testamento. Como ela é a fonte de quase toda a renda familiar, isso significa que ficarão sem um tostão. 

Ela foi ofendida por alguém da família, mas diz que, se o ofensor se revelar com uma confissão do seu crime enviada para 

seu advogado, ela pode recolocar a família no testamento. Agora, nenhum segredo é grande ou demais para as irmãs 

Sullivan. E que comecem as confissões.

Fonte: Skoob

Resenha:

Acho que neste primeiro semestre minhas escolhas literárias não tem se mostrado boas,realmente tenho me decepcionado 
muito com elas,não estou dizendo que As confissões das irmãs Sullivan tenha uma escrita ruim longe disso a escrita é 
ágil e fluída e o tema promete mas o desenvolvimento da história é muito fraco,talvez a escritora pretendesse escrever 
para o público adolescente mas acabou subestimando mesmo este público com uma história com poucos momentos de emoção e 
cheia de futilidades e uma história que as vezes lembra livros infantis.

Também peca pelo excesso do uso de palavras como "paizão e "poderosa" deixando o texto um tanto quando forçado aos olhos 
do leitor,a bem da verdade não sei se isso é um vício de tradução ou erro de texto mesmo.

O personagem menos infantilizado do livro ao meu ver é Jane umas das irmãs Sullivans,com seu blog ela tenta sair daquele 
circulo de inutilidade mas ao final se rende a aquele mundo cor de rosa e fútil da família Sullivan e isso me deixou 
muito frustrada mas fiquei ainda mais frustrada com o final nunca vi um final tão ridículo e sem noção como o desde 
livro.

Enfim cheguei a conclusão que no que se refere a este livro a frase "Nunca julgue o livro pela capa" é absolutamente 

verdadeira.
        

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Férias


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Alma de Rosas – Uma História

Alma de Rosas – Uma História

terça-feira, 30 de junho de 2015

Culturação mês de Junho --- Dia 19/06 - Dia do Cinema Brasileiro - Da telona para o meu blog.




Dia 19/06 - Dia do Cinema Brasileiro - Da telona para o meu blog.

Para homenagear a sétima arte, vamos escolher um filme brasileiro para apresentar aos nossos leitores. Existem vários 

filmes brasileiros bem legais e sua missão é escolher um deles, pode ser aquele que você mais gostou e destacar os prós e contras dele.

Escolhi falar sobre  o filme Meu pais que apesar de pouco visto e divulgado para mim é um dos melhores filmes nacionais que vi nos últimos tempos porque derruba alguns esteriótipos que se tem com relação ao cinema brasileiro,filme nacional tem muito palavrão,este quase não tem,filme nacional tem muito sexo gratuito,este praticamente não tem cenas de sexo,filme nacional tem  muita violência gratuita ,este filme tem cenas de violência nas que cabem perfeitamente no contexto do filme.

O filme trata basicamente sobre a estoria de três irmãos que cresceram separados por uma série de circunstancias e que 
após a morte do pai,interpretado pelo grande ator Paulo José que atua em uma única cena que vale pelo filme todo.
Na verdade o filme fala sobre três pessoas muito diferentes que com o passar do tempo descobrem cada um a sua maneira  laços profundos que os unirão para sempre.
O único ponto um pouco destoante para mim do filme é a interpretação da atriz Debora Falabella que apesar de excelente 

atriz construiu sua personagem autista de uma forma um tanto quanto clichê mais que não chega a comprometer o filme.

Enfim missão dada,missão cumprida,com atraso mais cumprida. 


sinopse
Separado da família pela distância e pelo afeto, Marcos, interpretado por Rodrigo Santoro, é um empresário bem-sucedido 

e casado com a apaixonada Giulia (Anita Caprioli). Há anos vivendo na Itália, ele se vê obrigado a voltar ao Brasil 

quando seu pai (Paulo José) falece após um derrame.

No país, ele reencontra Tiago, o irmão mais novo vivido por Cauã Reymond, que, ao contrário do primogênito, não tem 

vocação nenhuma para os negócios. O que ambos não esperavam era o fato de seu pai manter em segredo a existência de uma 

meia-irmã.

Manuela (Débora Falabella) tem 24 anos, porém, a idade mental de uma criança. Sua deficiência intelectual não requer 

nenhum tratamento específico, apenas afeto e estrutura familiar; algo que só pode conseguir com a ajuda dos irmãos. 

Diante desta situação, Marcos terá que tomar uma difícil e inevitável decisão, já que o irresponsável Tiago, cheio de 

dívidas de jogo, não aceita a moça.

Exibido no Festival de Paulínia de 2011, Meu País é a estreia do cineasta André Ristum na direção de um longa-metragem.

meu pais

Direção: André Ristum
Elenco: Cauã Reymond, Rodrigo Santoro, Paulo José, Débora Falabella
Nome Original: Meu País
Ano: 2011
Duração: 95 min
País: Brasil
Classificação: 12 anos
Gênero: Drama

fonte:http://www.guiadasemana.com.br/cinema/

sábado, 13 de junho de 2015

J.K. Rowling lança novo livro esse ano - Bem Paraná

J.K. Rowling lança novo livro esse ano - Bem Paraná


Estou ansiosa mal posso esperar por este lançamento  li os dois outros livros da série e amei, gosto da J.K Rowling como escritora de mistério que chegue outubro logo. 

  

sábado, 6 de junho de 2015

thoughts translated -Playlist for the dead (A playlist de Hayden ) -Michelle Falkoff



Mais uma vez venho dividir com vcs minhas impressões sobre um livro lido em inglês,espero que gostem

   Sinopse:

Playlist for the Dead -.  Houve uma festa. Houve uma luta. Na manhã seguinte, o melhor amigo de Sam, Hayden, estava morto. E tudo o que ele deixou para Sam era uma lista de músicas e um bilhete de suicídio: Para Sam-ouvir e você vai entender. Para descobrir o que aconteceu, Sam tem que contar com a lista de reprodução e sua própria memória. Mas quanto mais ele ouve, mais ele percebe que sua memória não é tão confiável quanto ele pensou. E isso pode ser apenas por tirar seus fones de ouvido e abrir os olhos para as pessoas ao redor dele que ele vai finalmente ser capaz de reconstituir a história de seu melhor amigo. E talvez tenha uma chance de mudar o seu próprio. Playlist para os mortos é um primeiro romance honesto e angustiante sobre a perda, raiva, o que se sente para superar uma amizade que sempre definido você e
a luta para redefinir-se. Mas, acima de tudo, é sobre encontrar esperança quando a esperança parece ser a coisa mais difícil de encontrar.

Fonte:Skoob

Resenha:


Achei este livro muito fraco,comecei a ler com muita expectativa pois a sinopse prometia muito,realmente o inicio é muito promissor,ai esta o problema o livro promete muito e entrega pouco,a principio o leitor acha que vai encontrar na leitura uma discussão seria sobre vários assuntos como bullying nas escolas e suicídio na adolescência, depressão juvenil e até um toque de mistério sobrenatural,mas a medida que a leitura avança ou melhor não avança Pois Sam o narrador parece andar em círculos atrás de Astrid uma menina que durante todo livro mostra uma personalidade não muito clara apenas ao final revelando sua verdadeira face,para mim o livro é tão clichê e raso que não consigo ter um personagem favorito todos me parecem fracos e sem brilho talvez a mãe de Sam seja o personagem mais estável do livro apesar do pouco destaque que tem na historia.
O único ponto positivo do livro é o playlist no inicio de cada capitulo,a escolha perfeita da trilha musical para cada capitulo independente de gosto musical.
Para mim o final foi muito decepcionante tipo "é só isso?
Com tantos temas propostos,o livro não mostrou a que veio deixando uma sensação de frustração.     

sábado, 30 de maio de 2015

Projeto Culturação mês de maio - terceiro tema -Valorizando a cultura nacional

3º Tema – Valorizando a literatura nacional


Esse mês ainda, mais exatamente no dia 1º de Maio, comemoraremos o dia da Literatura Nacional. Nós sabemos que os autores brasileiros merecem muito mais atenção do que possuem atualmente, pensando nisso nos digam os cincos livros nacionais que todos deveriam ler na opinião de vocês.

Feliz ano velho - Marcelo Rubens Paiva

Primeiro livro adulto que li,ainda o leio de tempos em tempos,marcou época com a juventude dos anos 80.

Xango de Baker Street - Jo Soares

Considero este o melhor livro de Jo Soares,livro de mistério com muito humor e uma reconstituição de época impecável.

Cazuza-Só as mães são felizes - Lucinha Araújo.

Gostando ou não de Cazuza este é um livro sobre um relato comovente de uma mãe que ve seu único filho se transformar de estrela do rock a doente terminal de uma doença que na época era cercada de preconceito.

A graça da coisa -Martha Medeiros.


Martha Medeiros traz nesta coletanea de cronicas assuntos do cotidiano tratados com leveza mais com profundidade e sensibilidade.

Fim - Fernanda Torres.

A autora trata o tema delicado da morte com sarcasmo e humor e com um toque de verdade e humanidade.

Missão dada missão comprida espero que gostem das dicas.   

sábado, 23 de maio de 2015

Resenha - Austenland - Shannon Hale

Sinopse

Jane Hayes tem 33 anos e mora na Nova York atual. Bonita, inteligente e com um bom emprego, guarda um segredo constrangedor: é obcecada pelo Sr. Darcy, personagem criado por Jane Austen. Com uma vida amorosa lamentável, Jane decide aceitar seu destino: noites solitárias no sofá assistindo a Colin Firth em Orgulho e preconceito. Contudo, ao ganhar uma viagem de férias para Austenlândia, um misterioso lugar onde todos devem se portar como se estivessem em uma obra da consagrada escritora, Jane tem a chance de viver o romance que sempre sonhou. Mas pode a vida imitar a arte?

Fonte:Editora Record

Resenha:

Esta dica é para quem como eu é fã de romances de época particularmente os livros de Jane Austem,quem nunca sonhou em se transportar para uma época onde a educação e a delicadeza eram regra, as roupas lindas e suntuosas,onde se exalasse romance por todos os poros,tudo isso era o que Jane Hayes esperava encontrar quando resolveu viajar para Austenland mas já de inicio ela descobriu que as coisas em Austenland não aconteciam tão glamourosamente como nos filmes ou livros.
O livro é de leitura rápida,fácil e fluida sem momentos de lentidão,destacando o choque que temos ao mergulharmos em outra época e outros costumes mesmo que este mergulho aos poucos vá se revelando uma farsa um tanto quanto mal feita mostrando aos poucos o mundo atual.
O livro também mostra que os desencontros e a solidão do mundo moderno podem fazer com que pessoas busquem suprir suas carências com romances imaginários tirados de livros,filmes e series.
Este um romance é bem leve apesar de tem pinceladas dos assuntos que falei anteriormente tudo é tratado com leveza e de maneira superficial se voltando para a busca de Jane por seu Sr Darci.
Depois que li  descobri que havia um filme baseado no livro,aqui vai um conselho,não assistam o filme,se não conseguirem conter a curiosidade pelo menos leiam o livro primeiro porque o filme é muito mal feito e vai tirar todo o encanto do livro.       


sábado, 16 de maio de 2015

Nova parceria Talita Vasconcelos

É com muito prazer que trago para vocês a nova parceria do blog com autora Talita Vasconcelos,espero que esta nova parceria traga muitos frutos e seja prazerosa tanto para blog quanto para a autora enfim seja muito bem vinda Talita Vasconcelos ao Gavetas de pensamentos.
Como marco da nova parceria apresento o livro Alma de rosas. 





Sinopse:

Alma de Rosas - Desde que Alessandro regressou, Elizabeth perdeu a paz. Ela nunca acreditara em amor à primeira vista, até ter a sensação. Se ao menos ele não tivesse se apaixonado primeiro por sua irmã, Simone... E se não fossem as cartas de Elizabeth as responsáveis por esse amor...

Talvez fosse melhor contar de uma vez à Simone sobre a traição de Alessandro, e confessar como ele a seduziu, mas a simples hipótese de magoá-la é insuportavelmente dolorosa para Elizabeth.

À medida que o casamento da irmã se aproxima, ela tenta anestesiar a dor na companhia de um novo amigo. No entanto, mesmo a certeza de que ele é o homem ideal, não parece suficiente para convencer seu coração.

Afinal, qual será o melhor caminho a seguir: suportar em silêncio a culpa por ter traído sua irmã, e abrir mão do homem que ama? Aceitá-lo e perder o carinho de Simone para sempre? Ou dar uma chance de verdade ao amigo apaixonado?

Fonte:Skoob

Resenha:

Alma de rosas foi uma leitura especial para mim pois impliquei de cara com protagonista do livro,Elisabeth apesar de independente economicamente vive como adolescente na casa dos pais,não tem voz ativa e não consegue se impor principalmente com sua irmã Simone que por sua vez trata irmã como uma especie de fantoche e que passou o livro todo completamente aleia a tudo que acontecia dentro do próprio quarto,sempre fazendo questão de não perceber o que acontece a sua volta.
Apesar de não simpatizar com as protagonistas continuei lendo pois achei a escrita muito boa sem lentidão com situações bem construídas que fazem o leitor querer seguir a diante para saber como todo este drama vai acabar.
O personagem que mais me agradou foi Cristiano o único que durante todo livro lutou e agiu de acordo com suas convicções,chego a dizer que o protagonista do livro é Cristiano pois ele é responsável boa parte das situações mais legais do livro.
Acho o livro Alma de rosas realmente especial pois ao mesmo tempo que senti raiva em alguns momentos não consegui parar de ler até o final,final aliás que achei lindo e romântico de tirar o folego.  

sábado, 9 de maio de 2015

Literatura para mamães: conheça o gênero 'mom lit', novato nas estantes do Brasil

Literatura para mamães: conheça o gênero 'mom lit', novato nas estantes do Brasil



Achei muito interessante este novo gênero pois chiclit ,gênero voltado para mulheres sempre retrata mulheres bem sucedidas lindas solteiras e sem filhos a procura do amor um perfil que apesar de fazer muito sucesso não corresponde a 90% dos perfis das mulheres reais na nossa sociedade moderna,portanto fica aqui minha homenagem a todas as mulheres que lutam, amam,e criam seus e ainda encontram tempo para serem leitoras vorazes.Feliz dia das mães   


sábado, 2 de maio de 2015

Nova sessão - Thoughts translated -Then again -Diane Keaton



Olá leitores e pensadores hoje aproveitando o feriado venho apresentar a vcs uma nova sessão no blog a Thoughts  

translated,sempre que esta tag aparecer em um post significa que o livro resenhado ou indicado foi lido originalmente em 

Inglês,serão livros que ainda não foram lançados em Português ou que por algum motivo preferi ler em outra língua,quero 

ressaltar que não se trata da tradução completa do livro,será uma resenha ou uma simples indicação literária,apenas 

indicarei em qual idioma li o livro para efeito de que as vezes as edições em português trazem modificações do texto 

original.

Para este primeiro post escolhi Then again ou Agora e sempre em português, este livro esta disponível em Português mas 

por motivo de economia preferi o exemplar em Inglês.
 Este livro me chamou atenção quando lendo uma cronica de Martha Medeiros a escritora vez uma alusão a ele e eu que 

adoro cinema e amo biografias,fiquei imediatamente muito curiosa para ler até porque gosto muito desta atriz,demorei 

bastante tempo para encontrá-lo,não me decepcionei o livro é delicado,profundo e cheio de sentimento,claro que tem 

momentos de bastidores do cinema que são interessantíssimos,mas o que me tocou no livro foi a relação Diane com a mãe que 

sofreu por alguns anos de mal de Alzheimer e como é difícil lidar com a doença de uma pessoa ainda que você seja uma 

estrela de cinema.    
Espero que aproveitem a dica,bom resto de feriado a todos.



Sinopse:

ISBN-13: 9788539004218
ISBN-10: 8539004216
Ano: 2012 / Páginas: 272
Idioma: português 
Editora: Objetiva


Agora e Sempre - "Mamãe adorava provérbios, citações, lemas. Havia sempre bilhetinhos pendurados na parede da cozinha. 

Por exemplo, a palavra PENSAR. Achei PENSAR pregado num quadro de avisos de seu estúdio fotográfico. Vi a palavra presa 

com fita adesiva numa caixa de lápis que ela cobriu com colagem. Encontrei até um panfleto com o título PENSAR na sua 

mesinha de cabeceira. Mamãe gostava de pensar." Assim começam as inesquecíveis memórias de Diane Keaton. Atriz 

mundialmente conhecida, musa única de Woody Allen e brilhante intérprete de filmes de sucesso, ela se deu conta de que 

para escrever sobre si mesma também tinha de escrever sobre a mãe e como a estreita relação que construíram definiu suas 

vidas. Em um notável ato de criação, Diane se revela para nós de forma absolutamente honesta e apresenta a mãe nos mais 

íntimos detalhes. Durante a vida, Dorothy escreveu 84 diários - literalmente milhares de páginas - nos quais falava 

sobre o casamento, os filhos e, mais detalhadamente, sobre si mesma. A atriz vasculhou todas essas páginas para pintar 

um retrato corajoso da mãe - uma mulher inquieta e criativa que lutava para encontrar uma válvula de escape - e da 

família inteira, recontando uma história que perpassa quatro gerações e quase cem anos. Mais do que a autobiografia de 

uma atriz lendária, Agora e Sempre é um livro sobre família e sonhos. 

sábado, 25 de abril de 2015

Resenha : A lista de Brett - Lori Nelson Spielman




SBN-13: 9788576862390
ISBN-10: 8576862395
Ano: 2014 / Páginas: 364
Idioma: português 
Editora: Verus
Lori Nelson Spielman


Sinopse:



 Lista de Brett - Brett Bohlinger parece ter tudo na vida — um ótimo emprego como executiva de publicidade, um namorado 

lindo e um loft moderno e espaçoso. Até que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua 

parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu quando era uma ingênua adolescente.

Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe — seus desejos adolescentes não têm nada a ver com 

suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. 

Outros parecem mesmo impossíveis.

Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência. E vai descobrir que, às 

vezes, os melhores presentes da vida se encontram nos lugares mais inesperados.

Fonte:Skoob    

Resenha:

Este livro para mim foi uma grata surpresa apesar do tema já bem batido na literatura e cinema que é "pai que rico que 

deixa filho podre para o filho aprender com a vida" este livro traz reflexões profundas sobre vida e morte,relações 

familiares,inseguranças e o quando estas coisas podem afetar nosso futuro,de que maneira as vezes somos levados a abrir 

mão de nossos sonhos ou até mesmo de nossa verdadeira de ser.

O livro ainda aborda se forma sutil mais muito tocante e contundente o tema de violência contra mulher e abandono de 

crianças e adolescentes e a gravidez na adolescência entre outros temas da atualidade.
 
A escrita é ágil e fluida sem lentidão com boas doses de humor e romance,romance este que mantem o leitor preso ao livro 

 até as últimas páginas.
  
Para mim o grande personagem do livro é Elizabeth falecida mãe de Brett que através de cartas vai conduzindo a filha na 
busca da verdadeira felicidade.

Outro personagem impactante do livro é  Sanquita Bell que apesar de ser doente e quase uma crianca faz de tudo para que 

seu bebe venha ao mundo e tenha um futuro seguro.
 
A lista de Brett é um livro sensivel e envolvente que me deixou grandes lições. 

sábado, 18 de abril de 2015

Postagem #06 - Blogagem Literária Coletiva - Projeto BLC




Uma Páscoa Especial...


Todos sabem que Abril é o mês que comemoramos a Páscoa e que esta data representa a ressurreição de Cristo, não é? Aproveitando esta data comemorativa, decidimos homenagear essa época tão especial e ao mesmo tempo entregar a vocês um presente mais gostoso que chocolate.

Sendo assim, imagine que você possui o dom da ressurreição literária. Mas este dom é limitado, você só pode escolher três personagens para ressuscitar.

Esta é sua oportunidade de trazer de volta aqueles personagens que quando morreram levaram junto um pouco de você. Quais seriam estes personagens e quais motivos levaram você a escolhê-los?

Então pessoal, vamos tirar os lencinhos dos bolsos e aproveitar essa chance para trazer nossos personagens queridos de volta às suas respectivas histórias!

Este post foi bem difícil de fazer pois tenho vários personagens que gostaria de salvar mas vamos lá.




Owen Quine -Bicho da seda


Sempre achei que o personagem teria forjado a própria morte para voltar a ficar em evidencia na mídia.





Will Traynor - Como eu era antes de você


Porque até hoje tenho muita pena de Lou que foi seduzida por Will e a família dele e depois que ele se foi ela que ficou com a dor da perda porque Will resolveu seu problema e a família se sentiu aliviada com a partida dele só quem saiu perdendo foi Lou. 





George - Esta é uma História de amor

Porque adorava a relação de Sienna com o pai e a morte dele não teve nenhuma função especifica na trama. 

sábado, 11 de abril de 2015

Resenha - Um mais um - Jojo Moises



Sinopse:

Um Mais Um - Há dez anos, Jess Thomas ficou grávida e largou a escola para se casar com Marty. Dois anos atrás, Marty saiu de casa e nunca mais voltou. Fazendo faxinas de manhã e trabalhando como garçonete em um pub à noite, Jess mal ganha o suficiente para sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky, que ela cria há oito anos. Jess está muito preocupada com o sensível Nicky, um adolescente gótico e mal-humorado que vive apanhando dos colegas. Já Tanzie, o pequeno prodígio da matemática, tem outro problema: ela acabou de receber uma generosa bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar a diferença. Sua única esperança é que a menina vença uma Olimpíada de Matemática que será disputada na Escócia. 
Mas como eles farão para chegar lá?
Enquanto isso, um dos clientes de faxina de Jess, o gênio da computação Ed Nicholls, decide se refugiar em sua casa de veraneio por causa de uma denúncia de práticas ilegais envolvendo sua empresa. Entre ele e Jess ocorre o que pode ser chamado de ódio à primeira vista. Mas quando Ed fica bêbado no pub em que Jess trabalha, ela faz questão de deixá-lo em casa, em segurança. Em parte agradecido, mas principalmente para escapar da pressão dos advogados, da ex-mulher e da irmã — que insiste em que ele vá visitar o pai doente —, Ed oferece uma carona a Jess, os filhos e o enorme cão da família até a cidade onde acontecerá o torneio.
Começa então uma viagem repleta de enjoos, comida ruim e engarrafamentos. A situação perfeita para o início de uma história de amor entre uma mãe solteira falida e um geek milionário.

Fonte: Skoob 

Resenha:

Mais um livro da escritora Jojo Moises me encanta só que este com uma mensagem mais positiva e moderna,a narrativa é fluida e muito agradável,sem momentos de lentidão e muitos momentos engraçados.
O que mais me agradou no livro foi o fato de 90% das situações serem perfeitamente reais e de acordo com a atualidade como separação,mães que lutam sozinhas para criar os filhos,novos modelos de formação familiar,bullyng,crianças superdotadas,ambição e o velho dilema princípios x necessidades.
 Jess Thomas é um dos personagens mais humanos que já li,não só no sentido de bondade mais no sentido de ser real,com qualidades e defeitos como qualquer pessoa.
Meu personagem preferido é Nick durante todo o livro enxerguei no personagem uma sensibilidade extrema e um grande amor pela sua família,confesso que em algum momento o personagem me levou as lágrimas.
Os outros personagens masculinos são Marty e Ed são um pouco clichês, o ex marido cafajeste e patrão arrogante que se apaixona pela empregada.
Os outros dois personagens que compõem esta família são Tanzie a menina prodígio com números e o Norman o cão causador de muitos ataques de riso que tive durante a leitura.
Enfim poderia ficar horas comentando sobre o livro pela diversidade de temas e pontos de vistas diferentes que o livro nos apresenta.
Recentemente a autora revelou em seu blog que esta trabalhando no roteiro do livro para cinema mas ainda não a data para o inicio das filmagens nem elenco escolhido.
Fica aqui minha curiosidade para saber como serão retratados estes personagens tão ricos no cinema.    




sábado, 4 de abril de 2015

Clube das chocólatras - Carole Matthews



imagem da capa publicada na Inglaterra, capa publicação nacional não encontrada 

Sinopse:

Chocolate. Esta não é uma palavra tão simples quanto parece. Ela pode significar a cura para uma dor de cabeça e até determinar o perfil psicológico de uma pessoa - pelo menos para Lucy Lombard, protagonista do divertido O clube das  chocólatras, de Carole Matthews. Lucy e três grandes amigas - Autumn, Nadia e Chantal - se unem para, com a ajuda de muito, muito chocolate, enfrentar difíceis problemas cotidianos: um namorado galinha, um chefe paquerador, um marido viciado em jogo, um casamento sem amor... Afinal, existe algo melhor para aliviar tensões, curar corações partidos e 

originar uma história tão doce e divertida como esta?

Fonte:skoob.

Resenha:

Este livro é realmente uma delicia apesar alguns clichês como a relação entre quatro amigas, os migos gays delas e restaurante que serve de ponto para as amigas.
Clube das chocólatras usa como mote o vício  em chocolate para falar de vários outro vícios como em drogas, sexo,jogos ou até o vício em relacionamentos destrutivos  cada uma das quatro personagem usa o vício em chocolate para se esconder de um outro vício mais destrutivo.
Dito assim parece um livro melancólico nada disso é um livro leve cheio de humor com cenas do cotidiano de toda mulher dos dias de hoje com cenas de aventuras engraçadíssimas        

Este livro fez eu me apaixonar pela escritora Carole Matthews e seus diálogos ágeis e diretos e suas situações cotidianas tratadas com profundidade e leveza.
 

feliz páscoa a todos

sábado, 28 de março de 2015

Resenha - Encontrada - Carina Rissi



Sinospse 


Encontrada - Sofia está de volta ao século dezenove e mais que animada
para começar a viver o seu final feliz ao lado de Ian Clarke.
No entanto, em meio à loucura dos preparativos para o casamento,
ela percebe que se tornar a sra. Clarke não vai ser tão simples
quanto imaginava.
As confusões encontram a garota antes mesmo de ela chegar ao
altar e uma tia intrometida que quer atrapalhar o relacionamento
é apenas uma delas. Além disso, coisas estranhas estão
acontecendo na vila. Ian parece estar enfrentando alguns problemas
que prefere não dividir com a noiva.
Decidida, Sofia fará o que estiver ao seu alcance para ajudar o homem
que ama. Ela não está disposta a permitir que nada nem
ninguém atrapalhe seu futuro. Porém suas ações podem pôr tudo
a perder, e Sofia descobre que a única pessoa capaz de destruir
seu felizes para sempre é ela própria.

Fonte:Skoob

Resenha:


Amei o livro apesar de ser uma continuação ele pode ser lido tranquilamente por quem não leu pedida,a leitura é rápida e fluida com muita ação.
Desta fez a historia dá enfase aos contrastes entre os séculos XIX e XXI dando margem a uma série de situações engraçadas.
Sofia neste livro me parece mais confusa,atrapalhada e imatura do que no primeiro livro passando assim por situações hilariantes.
A situação na qual Sofia devido um acidente tem que ser anestesiada com ópio me rendeu muitas risadas.
Antes que algumas leitoras me perguntem preciso dizer que Ian Clarke continua   lindo,charmoso,carinhoso e principalmente compreensivo com as maluquices de Sofia.
Achei o final um pouco confuso me pareceu que a autora quis dar uma função a um personagem praticamente sem função  dentro da trama,apesar do final o livro é ótimo super recomendo    


   


sábado, 21 de março de 2015

Projeto BLC ( Blogagem Literária Coletiva )





Esta postagem faz parte do Projeto Blogagem Literária Coletiva promovido pelos Blogs Monykisses e Diário de uma Livromaníaca.


EM UM LIVRO QUALQUER...


Um belo dia você acorda e percebe que está “dentro” de um livro. Mas não um livro qualquer, um de seus livros preferidos e mais, você é um dos personagens! E agora? O que fazer? Gritar? Chorar? Se desesperar? Nada disso! Afinal de contas você sabe como termina essa história.
Então você corre para procurar a saída e descobre que só poderá voltar para o mundo real quando reescrever um trecho da história, pelo seu ponto de vista. Ou seja, agora você é um dos personagens, o que você faria em determinada situação? Escolha aquele trecho que te incomodou, que te deu vontade de fazer diferente. Escolhido? Ok, agora é só contar em detalhes, como você agiria, qual seria sua reação, o que você faria caso estivesse vivenciando aquela situação.
Vamos nos aventurar? Esta é a sua chance de beijar aquele gato, de conhecer aquele País deslumbrante, de ser uma princesa ou príncipe ou simplesmente de puxar o tapete daquela sem noção que só foi escrita para nos perturbar. Todos prontos? Encontro vocês no mundo real, ou não...

ATENÇÃO! Algumas postagens podem conter SPOILERS.      

Para a realização deste tema, o Projeto BLC oferece duas formas de entregar a postagem, escolha uma delas e mãos a obra:

Primeira: você terá que reescrever o trecho escolhido. Como se você fosse o autor e num acesso de loucura tivesse mudado de ideia e alterado completamente o destino do personagem. Exemplo aqui. (link da Carol)

Segunda: você terá que descrever o que faria em determinada situação. Contar em detalhes tudo o que aconteceu, como se você estivesse relatando a situação a alguém. Exemplo aqui. (link da Monika )




Minha escolha foi mudar o final de Garota Exemplar de Gillian Flynn.

"Meu nome é Nick Dune a um ano e nove meses minha mulher Amy Dune desapareceu me deixando como o principal suspeito de seu desaparecimento e morte, algum tempo depois Amy reaparece e eu descubro que tudo não passou de um plano de minha esposa para me incriminar pois ela descobriu que eu tinha uma amante.
Fui chantageado por Amy com uma gravidez inesperada,Amy engravidou de mim com uma inseminação artificial logo após voltar do suposto sequestro.
 Pois bem agora estou pronto para dar o troco meu filho Nick J.R nasceu e cresceu posso levá-lo comigo em segurança nesta aventura em busca de vingança e justiça.
Já planejei tudo com a ajuda de minha irmã Go,colocamos pistas e montamos uma cena de crime dando a entender que eu e meu filho fomos assassinados.

Vamos ver como minha esposa exemplar se sai tendo que provar do seu próprio veneno." 

segunda-feira, 16 de março de 2015

livros transformados em filmes rendem milhões á industria cinematográfica

http://paginacinco.blogosfera.uol.com.br/2015/03/16/livros-transformados-em-filmes-rendem-bilhoes-a-industria-cinematografica




sexta-feira, 13 de março de 2015

Quero ser Marilyn Monroe

Quero ser Marilyn Monroe Nova biografia de Sylvia Plath afirma que a poeta americana e a estrela de Hollywood têm mais em comum que a cabeleira loira e o fim trágico
http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/03/quero-ser-bmarilyn-monroeb.html

quinta-feira, 12 de março de 2015

Octavia Spencer será Deus em adaptação do livro A Cabana - Notícias - Cinema10.com.br

Octavia Spencer será Deus em adaptação do livro A Cabana - Notícias - Cinema10.com.br

sábado, 7 de março de 2015

Dia internacional da mulher - perfil Jane Austen

Tinha planejado um post com o perfil das minhas 5 escritoras favoritas para o dia internacional da mulher,quando comecei minha pesquisa no google percebi que uma delas merece um post só para ela então aqui vai o perfil e um pouco sobre a vida da grande escritora Jane Austen. 





Jane Austen (Steventon, 16 de dezembro de 1775 – Winchester, 18 de julho de 1817) foi uma proeminente escritora inglesa. A ironia que utiliza para descrever as personagens de seus romances a coloca entre os clássicos, haja vista sua aceitação, inclusive na atualidade, sendo constantemente objeto de estudo acadêmico, e alcançando um público bastante amplo.


Nascida em Steventon, Hampshire, de uma família pertencente à nobreza agrária, sua situação e ambiente serviram de contexto para todas as suas obras, cujo tema gira em torno do casamento da protagonista. A inocência das obras de Austen é apenas aparente, e pode ser interpretada de várias maneiras. Os meios acadêmicos a têm considerado uma escritora conservadora, apesar de a crítica feminista atual reconhecer em suas obras uma dramatização do pensamento de Mary Wollstonecraft sobre a educação da mulher.

Biografia

Jane Austen nasceu em 16 de dezembro de 1775, em Steventon, Hampshire, Inglaterra, sendo a sétima filha do reverendo George Austen, o pároco anglicano local, e de sua esposa Cassandra (cujo nome de solteira era Leigh). O reverendo Austen era uma espécie de tutor, e suplementava os ganhos familiares dando aulas particulares a alunos que residiam em sua casa. A família era formada por oito irmãos, sendo Jane e sua irmã mais velha, Cassandra, as únicas mulheres. Cassandra e Jane eram confidentes, e hoje se conhece uma série de cartas de sua correspondência.É considerada a maior escritora de todos os tempos, de acordo com sua jornada de vida que arrasta milhões de fãs por todo o mundo e encanta a todos com sua literatura épica.

Em 1783, Jane e Cassandra foram para a casa da Sra. Cawley, em Southampton, para prosseguir a educação sob sua tutela; porém tiveram que regressar para casa, devido a uma enfermidade infecciosa em Southampton. Entre 1785 e 1786, ambas foram alunas de um internato em Reading, lugar que pode ter inspirado Jane para descrever o internato da Sra. Goddard, que aparece no romance Emma. A educação que Austen recebeu ali foi a única recebida fora do âmbito familiar. Por outro lado, sabe-se que o reverendo Austen tinha uma ampla biblioteca e, segundo ela mesma conta em suas cartas, tanto ela quanto sua família eram "ávidos leitores de romances, e não se envergonhavam disso". Assim como lia romances de Fielding e de Richardson, lia também Frances Burney. O título de Orgulho e Preconceito, por exemplo, foi retirado de uma frase dessa autora, no romance Cecilia.

Entre 1782 e 1784, os Austen fizeram representações teatrais na reitoria de Steventon, que entre 1787-1788 foram mais elaboradas graças à colaboração de sua prima, Eliza de Feuillide, (a quem dedicou Love and Friendship). Nos anos posteriores a 1787, Jane Austen escreveu, para o divertimento de sua família, Juvenilia, que inclui diversas paródias da literatura da época. Entre 1795 e 1799 começou a redigir as primeiras versões dos romances que se publicariam sob os nomes Sense and Sensibility, Pride and Prejudice e Northanger Abbey (que antes se intitulavam Elinor and Marianne, First Impressions, e Susan, respectivamente). Provavelmente, também escreveu Lady Susan nesta época. Em 1797, seu pai quis publicar Orgulho e Preconceito, mas o editor recusou.

Não há provas de que Jane foi cortejada por ninguém, apesar de um breve amor juvenil com Thomas Lefroy (parente irlandês de uma amiga de Austen), aos 20 anos. Em janeiro do ano seguinte, 1796, escreveu a sua irmã dizendo que tudo havia terminado, pois ele não podia casar por motivos econômicos. Pouco depois, uma tia de Lefroy tentou aproximar Jane do reverendo Samuel Blackall, mas ela não estava interessada.

Em 1800, seu pai decidiu mudar-se para Bath, cidade que Jane não apreciava muito. Nessa época, a família costumava ir à costa todos os verões, e foi em uma dessas viagens que Jane conheceu um homem que se enamorou dela. Quando partiu, decidiram voltar a se ver, porém ele morreu. Tal fato não aparece, porém, em nenhuma de suas cartas, mas foi escrito muitos anos depois, e não se sabe o quanto esse namoro possa ter afetado Austen, ainda que alguns o considerem inspiração para a obra Persuasion.

Em dezembro de 1802, estando Jane e Cassandra com a família Bigg, perto de Steventon, Harris Bigg-Wither pediu Jane em casamento, e ela consentiu. Provavelmente, rompeu o compromisso no dia seguinte, e foi com Cassandra para Bath. Cassandra se havia comprometido com Thomas Fowle, que morreu de febre amarela no Caribe em 1797. Thomas Fowle não tinha condições financeiras para se casar, e o compromisso vinha sendo adiado desde 1794; havia ido ao Caribe como militar, justamente para conseguir dinheiro. Nem Jane, nem Cassandra Austen se casaram.


Residência da família Austen em Chawton, onde Jane passou os últimos oito anos de sua vida (hoje um museu).
Em 1803, Jane Austen conseguiu vender seu romance Northanger Abbey (então intitulado Susan) por 10 libras esterlinas, apesar de o livro ter sido publicado somente 14 anos depois. É possível, também, que nessa ocasião tenha começado a escrever The Watsons, logo abandonando a ideia.

Em janeiro de 1805, morreu seu pai, deixando a esposa e as filhas em situação economicamente precária, e elas passaram a depender de seus irmãos e da pequena quantia que Cassandra herdara de seu prometido.

Em 1806 os Austen se mudaram para Southampton, perto da marina de Portsmouth, o que permitia a eles visitar frequentemente seus irmãos Frank e Charles, que serviam na marinha, chegando a almirantes.

Em 1809 se mudaram para Chawton, perto de Alton e Winchester, onde seu irmão Edward podia abrigá-las em uma pequena casa dentro de uma de suas propriedades. Esta casa tinha a vantagem de ser em Hampshire, o mesmo condado de sua infância. Uma vez instaladas, Jane retomou suas atividades literárias revisando Sense and Sensibility, que foi aceita por um editor em 1810 ou 1811, apesar de a autora assumir os riscos da publicação. Foi publicado de forma anônima, em outubro, como pseudônimo: "By a Lady". Segundo o diário de Fanny Knight, sobrinha de Austen, esta recebeu uma "carta da tia Cass pedindo que não fosse mencionado que a tia Jane era a autora de Sense and Sensibility".2 Teve algumas críticas favoráveis, e se sabe que os lucros para Austen foram de 140 libras esterlinas.
Jane Austen nasceu em 16 de dezembro de 1775, em Steventon, Hampshire, Inglaterra, sendo a sétima filha do reverendo George Austen, o pároco anglicano local, e de sua esposa Cassandra (cujo nome de solteira era Leigh). O reverendo Austen era uma espécie de tutor, e suplementava os ganhos familiares dando aulas particulares a alunos que residiam em sua casa. A família era formada por oito irmãos, sendo Jane e sua irmã mais velha, Cassandra, as únicas mulheres. Cassandra e Jane eram confidentes, e hoje se conhece uma série de cartas de sua correspondência.É considerada a maior escritora de todos os tempos, de acordo com sua jornada de vida que arrasta milhões de fãs por todo o mundo e encanta a todos com sua literatura épica.

Em 1783, Jane e Cassandra foram para a casa da Sra. Cawley, em Southampton, para prosseguir a educação sob sua tutela; porém tiveram que regressar para casa, devido a uma enfermidade infecciosa em Southampton. Entre 1785 e 1786, ambas foram alunas de um internato em Reading, lugar que pode ter inspirado Jane para descrever o internato da Sra. Goddard, que aparece no romance Emma. A educação que Austen recebeu ali foi a única recebida fora do âmbito familiar. Por outro lado, sabe-se que o reverendo Austen tinha uma ampla biblioteca e, segundo ela mesma conta em suas cartas, tanto ela quanto sua família eram "ávidos leitores de romances, e não se envergonhavam disso". Assim como lia romances de Fielding e de Richardson, lia também Frances Burney. O título de Orgulho e Preconceito, por exemplo, foi retirado de uma frase dessa autora, no romance Cecilia.

Entre 1782 e 1784, os Austen fizeram representações teatrais na reitoria de Steventon, que entre 1787-1788 foram mais elaboradas graças à colaboração de sua prima, Eliza de Feuillide, (a quem dedicou Love and Friendship). Nos anos posteriores a 1787, Jane Austen escreveu, para o divertimento de sua família, Juvenilia, que inclui diversas paródias da literatura da época. Entre 1795 e 1799 começou a redigir as primeiras versões dos romances que se publicariam sob os nomes Sense and Sensibility, Pride and Prejudice e Northanger Abbey (que antes se intitulavam Elinor and Marianne, First Impressions, e Susan, respectivamente). Provavelmente, também escreveu Lady Susan nesta época. Em 1797, seu pai quis publicar Orgulho e Preconceito, mas o editor recusou.

Não há provas de que Jane foi cortejada por ninguém, apesar de um breve amor juvenil com Thomas Lefroy (parente irlandês de uma amiga de Austen), aos 20 anos. Em janeiro do ano seguinte, 1796, escreveu a sua irmã dizendo que tudo havia terminado, pois ele não podia casar por motivos econômicos. Pouco depois, uma tia de Lefroy tentou aproximar Jane do reverendo Samuel Blackall, mas ela não estava interessada.

Em 1800, seu pai decidiu mudar-se para Bath, cidade que Jane não apreciava muito. Nessa época, a família costumava ir à costa todos os verões, e foi em uma dessas viagens que Jane conheceu um homem que se enamorou dela. Quando partiu, decidiram voltar a se ver, porém ele morreu. Tal fato não aparece, porém, em nenhuma de suas cartas, mas foi escrito muitos anos depois, e não se sabe o quanto esse namoro possa ter afetado Austen, ainda que alguns o considerem inspiração para a obra Persuasion.

Em dezembro de 1802, estando Jane e Cassandra com a família Bigg, perto de Steventon, Harris Bigg-Wither pediu Jane em casamento, e ela consentiu. Provavelmente, rompeu o compromisso no dia seguinte, e foi com Cassandra para Bath. Cassandra se havia comprometido com Thomas Fowle, que morreu de febre amarela no Caribe em 1797. Thomas Fowle não tinha condições financeiras para se casar, e o compromisso vinha sendo adiado desde 1794; havia ido ao Caribe como militar, justamente para conseguir dinheiro. Nem Jane, nem Cassandra Austen se casaram.


Residência da família Austen em Chawton, onde Jane passou os últimos oito anos de sua vida (hoje um museu).
Em 1803, Jane Austen conseguiu vender seu romance Northanger Abbey (então intitulado Susan) por 10 libras esterlinas, apesar de o livro ter sido publicado somente 14 anos depois. É possível, também, que nessa ocasião tenha começado a escrever The Watsons, logo abandonando a ideia.

Em janeiro de 1805, morreu seu pai, deixando a esposa e as filhas em situação economicamente precária, e elas passaram a depender de seus irmãos e da pequena quantia que Cassandra herdara de seu prometido.

Em 1806 os Austen se mudaram para Southampton, perto da marina de Portsmouth, o que permitia a eles visitar frequentemente seus irmãos Frank e Charles, que serviam na marinha, chegando a almirantes.

Em 1809 se mudaram para Chawton, perto de Alton e Winchester, onde seu irmão Edward podia abrigá-las em uma pequena casa dentro de uma de suas propriedades. Esta casa tinha a vantagem de ser em Hampshire, o mesmo condado de sua infância. Uma vez instaladas, Jane retomou suas atividades literárias revisando Sense and Sensibility, que foi aceita por um editor em 1810 ou 1811, apesar de a autora assumir os riscos da publicação. Foi publicado de forma anônima, em outubro, como pseudônimo: "By a Lady". Segundo o diário de Fanny Knight, sobrinha de Austen, esta recebeu uma "carta da tia Cass pedindo que não fosse mencionado que a tia Jane era a autora de Sense and Sensibility".2 Teve algumas críticas favoráveis, e se sabe que os lucros para Austen foram de 140 libras esterlinas.

Carreira literária

Animada pelo êxito de Sense and Sensibility, a autora tentou publicar também Pride and Prejudice, que foi vendido em novembro de 1812 e publicado em janeiro de 1813. Ao mesmo tempo, começou a trabalhar em Mansfield Park. Em 1813, a identidade da autora de Pride and Prejudice começou a difundir-se, graças à poupularidade da obra e à indiscrição da família. Nesse mesmo ano foi publicada a 2ª edição de suas obras, e em maio de 1814 surgiu Mansfield Park, obra da qual se venderam todos os exemplares em seis meses, e Austen começou a trabalhar em Emma.

Era seu irmão Henry, que vivia em Londres, quem se encarregava de negociar com os editores, e quando Jane ia a Londres se hospedava em sua casa. Em 1813, Henry Austen foi tratado pelo Sr. Clarke, médico do príncipe Regente, o qual, ao descobrir que Austen era a autora de Pride and Prejudice e Sense and Sensibility, obras que apreciava muito, pediu a este que solicitasse a Henry que o romance seguinte da autora fosse a ele dedicado. É possível que tal pedido tenha demorado a chegar até ela, pois em suas cartas não guardava uma boa opinião sobre os príncipes, devido às suas conhecidas infidelidades.3

Em Chawton, Austen não tinha a mesma privacidade que em Steventon, e é bastante famosa a anedota narrada por James Austen-Leigh, acerca da porta “chiante” que Austen solicitou que não fosse reparada, pois a avisava antecipadamente da chegada de algum visitante, para esconder o manuscrito que escrevia.

Em dezembro de 1815 foi publicada Emma, dedicada ao príncipe regente e, no ano seguinte, uma nova edição de Mansfield Park. A segunda não teve o êxito das obras anteriores, e as perdas desquilibraram os ganhos da primeira edição.

Morte

Austen começou Persuasion em agosto de 1815, mas um ano depois começou a se sentir mal. No início de 1817 começou Sanditon, porém teve que abandonar a obra por seu estado de saúde. Para receber tratamento médico foi levada a Winchester, onde faleceu em 18 de julho de 1817.

Suas últimas palavras foram: "Não quero nada mais que a morte".4 Tinha 41 anos.

Em seu testamento, legou tudo o que tinha para sua irmã Cassandra. Na época, não se sabia a causa de sua morte; hoje, considera-se que foi Doença de Addison. Está enterrada na Catedral de Winchester.5

O epitáfio, na catedral de Winchester, não menciona que foi a autora de seus conhecidos romances. Em 1872, depois que James Edward Austen-Leigh publicou suas Memórias, foi colocada uma nova placa explicando sua condição de escritora e salientando: "She opened her mouth with wisdom and in her tongue is the law of kindness" ("Ela abriu sua boca com sabedoria e em sua língua reside a lei da bondade").

Legado

Retrato a óleo de Jane Austen, feito em 1875, de autor desconhecido, baseado na aquarela feita pela irmã em 1810.
Seus romances Persuasion e Northanger Abbey foram preparados para publicação por Henry Austen, e foram publicadas em 1817, em uma edição combinada de quatro volumes. Da mesma forma que nas obras anteriores, seu nome não consta, mas é citado apenas que se trata da mesma autora das outras obras, e traz uma "nota biográfica sobre o autor", anunciando sua morte.

O único retrato da escritora considerado autêntico é um desenho realizado para ilustrar as Memórias de Austen-Leigh, uma reinterpretação realizada na era vitoriana de um desenho de sua irmã. Atualmente, o desenho está na National Gallery de Londres. A partir deste, foram criadas todas as variações de retratos de Jane Austen que podemos encontrar hoje em dia.

Na British Library, também em Londres, pode-se encontrar uma caderneta presenteada por seu pai, ilustrada por Cassandra, sua irmã, onde Jane escreveu suas primeiras histórias. Também se encontram ali manuscritos dos últimos capítulos de “Persuasión”, e um pequeno escritório em madeira.

Existem dois museus dedicados a Jane Austen. O "Jane Austen Centre", em Bath, é um museu público situado em uma casa georgiana em Gay Street, a alguns metros do número 25, onde residiu Austen em 1805. O outro, "Jane Austen's House Museum", na cabana de Chawton, em Hampshire, lugar onde viveu a escritora de 1809 até 1817.


Histórico social na época de Jane Austen[editar | editar código-fonte]
O período britânico de Regência compreende a regência de Jorge IV como Príncipe de Gales, durante a enfermidade de seu pai, Jorge III, e constitui uma ponte entre o período georgiano e o vitoriano.

Jane Austen viveu na época da regência, porém sua obra literária se caracteriza por descrever com mais precisão a sociedade rural georgiana e não tanto as mudanças sofridas com a chegada da modernidade. Essa mudança se baseia em dois fatores externos fundamentais: por um lado, a revolução agrária, que constitui o começo da revolução industrial, e suas importantes repercussões sociais; por outro lado, o colonialismo, as Guerras Napoleônicas e a extensão do Império Britânico.

Com o advento da industrialização, a antiga ordem hierárquica que situava em alta posição a nobreza e seus bens sofreu um processo de mudança, surgindo novas formas de adquirir riquezas. A revolução agrária havia provocado um incremento na população inglesa, que por sua vez impulsionou a economia para atender a demanda. Pela primeira vez na história da Grã-Bretanha, a população se sustentava, graças às inovações introduzidas nas técnicas de cultivo. Em decorrência disso, uma classe social até então minoritária começou a se fazer notar e ganhar importância: a alta burguesia agrária. A população inglesa iniciou um êxodo do campo para a cidade, buscando emprego na indústria e isso incorreu num novo conceito de valores, independente das velhas tradições.

Fonte: Wikipédia

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